Os bairros mais caros do Brasil

Os bairros mais caros do Brasil
A localização do imóvel já é, de forma isolada, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. O item está à frente de outros como área útil, planta, número de vagas ou segurança.
A escolha por determinado bairro revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Conforme a população se aglomera nos centros urbanos, o bairro torna-se maior referência de identidade do que a própria cidade.
Um estudo realizado pela Lopes, e divulgada pela Revista Época, aponta quais são as áreas mais valorizadas e desejadas em várias metrópoles brasileiras.
O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011. Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.
O resultado do estudo detecta tendências que já moldavam o mercado de imóveis no Brasil nos últimos anos e continuarão presentes no futuro próximo – entre elas, a expansão da indústria de petróleo e o aumento no número de aposentados que valorizam cidades litorâneas como Santos, Vitória ou Rio.
A difusão de riqueza que estimula a construção em capitais menores, como Goiânia e Natal, também foi detectada. Outros bairros em destaque foram o Meireles, em Fortaleza, as Asas Norte e Sul, em Brasília, e o Campo Comprido, em Curitiba.

A localização do imóvel já é, de forma isolada, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. O item está à frente de outros como área útil, planta, número de vagas ou segurança.

A escolha por determinado bairro revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Conforme a população se aglomera nos centros urbanos, o bairro torna-se maior referência de identidade do que a própria cidade.

Um estudo realizado pela Lopes aponta quais são as áreas mais valorizadas e desejadas em várias metrópoles brasileiras.

O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011.

Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.

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O resultado do estudo detecta tendências que já moldavam o mercado de imóveis no Brasil nos últimos anos e continuarão presentes no futuro próximo – entre elas, a expansão da indústria de petróleo e o aumento no número de aposentados que valorizam cidades litorâneas como Santos, Vitória e Rio.

A difusão de riqueza que estimula a construção em capitais menores, como Goiânia e Natal, também foi detectada. Outros bairros em destaque foram o Meireles, em Fortaleza, as Asas Norte e Sul, em Brasília, e o Campo Comprido, em Curitiba.

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Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa

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Embora a publicidade televisiva continue a ser uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões on-line como as mais confiáveis.
De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.
Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.
Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.
Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.
Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.
“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformas”, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.
Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastos em mídia tradicionais ou pago, como a televisão.
Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.
A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

Embora a publicidade televisiva continue sendo uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões online como as mais confiáveis.

De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.

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Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.

Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.

Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.

Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.

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“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformas”, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.

Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastas em mídias tradicionais ou pagas, como a televisão.

Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.

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2Day cria Guia Econômico para o Grupo Sinos

A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de criar para o Grupo Sinos o Guia Econômico, produto que reúne informações e potencialidades de 60 municípios.

A publicação irá disponibilizar informações que traçam o desenvolvimento da região na última década a partir de pesquisa em órgãos públicos federais do Estado e em prefeituras dos municípios envolvidos.

Prévia Capa

Os dados foram coletados, selecionados, analisados e processados pela 2Day, e serão apresentados de duas formas: por municípios e pelos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) dos vales dos Sinos, do Caí e do Paranhana, da Encosta da Serra, Hortênsias e do Metropolitano do Delta do Jacuí.

O sócio da 2Day, Guilherme Reis Dutra, destaca que o Guia Econômico é uma ferramenta prática para conhecer o potencial de cada região e seu desenvolvimento nos últimos anos.

O diretor superintendente de Negócios do Grupo Sinos, Marcus Vinícius Klein, aponta o Guia Econômico como o principal referencial para empresas e instituições interessadas em investis na região. “É uma radiografia do perfil sócio-econômico de nossas cidades, o que proporciona segurança para quem deseja conhecer melhor o nosso mercado”.

O Guia Econômico foi pauta no Jornal NH, que trouxe mais detalhes sobre a publicação que será disponibilizada no dia 17 de maio.

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Ação de marketing: não esqueça do mascote

Os mascotes estão de volta, e com toda força. Se antes ficavam quase que totalmente restritos à televisão, os personagens agora parecem ganhar novo fôlego com a explosão das redes sociais.

Mas será que o uso de personagens (ou mascotes) por marcas pode ser um bom caminho? Uma reportagem da Advertising Age apontou o que sempre foi muito discutido em termos de marketing nas redes sociais.

Para Carol Phillips, presidente do grupo de consultoria Brand Amplitude, o bom dos mascotes é que eles “nunca se envolvem em problemas com a justiça, não pedem aumento de cachê e podem ser usados por um longo período de tempo”.

A Kraft Foods, por exemplo, recentemente criou uma personagem que vive quase inteiramente online: o Peanut Butter Doug. O personagem realiza proezas arriscadas e seus feitos sempre terminam da mesma maneira: com ele sendo esmagado e transformado em creme de amendoim. A ideia é aguçar o apetite do consumidor para a entrada da companhia no disputado mercado americano de creme de amendoim.

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Já para promover uma marca de cereal, a Kraft utiliza a personagem Mel, que luta contra a auto-estima e problemas de identidade. A marca aposta em comerciais e utiliza a fan page do Facebook para postar histórias mais desenvolvidas, como por exemplo um vídeo onde Mel se junta a um grupo de arte-terapia para trabalhar sua “crise existencial”.

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Quem também está apostando no poder dos mascotes é a Bayer, ao reavivar o bebê Alka-Seltezer . O personagem foi aposentado décadas atrás e agora está de volta de forma maciça em anúncios de TV. De acordo com a empresa, o retorno do personagem aumentou significativamente o envolvimento do consumidor com a marca.

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É que em muitos casos, segundo a pesquisa da Advertising Age, os consumidores preferem interagir on-line com um personagem bonito ou fofo do que com um executivo corporativo sem rosto, o que torna muito mais fácil estabelecer uma conversa com o consumidor.

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Converse com o cliente: empresas perdem negócios por falta de comunicação

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Companhias perdem oportunidades de negócio pela falta de comunicação com os seus clientes, revela um estudo da Canon Europa junto a fornecedores de serviços de impressão digital.
O resultado englobou um setor específico do segmento de TI porém a constatação vale para todos os segmentos da economia, já que a estratégia é capaz de acelerar negócios e ampliar a vantagem competitiva.

Companhias perdem oportunidades de negócio pela falta de comunicação com os seus clientes, revela um estudo da Canon Europe junto a fornecedores de serviços de impressão digital.

O resultado englobou um setor específico do segmento de TI porém a constatação vale para todos os segmentos da economia, já que a estratégia é capaz de acelerar negócios e ampliar a vantagem competitiva.

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O estudo revela ainda que possibilitar mais informação às companhias que compram serviços também pode aumentar as oportunidades de negócio.

Para se ter uma ideia, 36% dos compradores entrevistados não tinham conhecimento da existência da impressão on-demand. Ou seja, os fornecedores estão perdendo a chance de educar os seus clientes sobre como, por exemplo, a impressão pode ajudá-los a reforçar a marca e aumentar a eficácia do marketing.

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Segundo Mark Lawn, diretor de Marketing europeu de Soluções de Impressão Profissional da Canon, “os clientes procuram de forma ativa melhorar os seus conhecimentos sobre inovações. Por isso os fornecedores estão desperdiçando oportunidades significativas de crescimento”.

Para Law, os fornecedores que adotarem uma abordagem mais comunicativa conseguirão expandir os negócios e tornar as relações mais fortes, explica Lawn.

Na avaliação de Scott Nelson, vice-presidente de gestão do instituto de pesquisas Gartner, os esforços para o aprimoramento da relação com os consumidores devem ser prioridade para qualquer companhia.

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Marketing jurídico: um negócio a ser explorado no Brasil

Os escritórios de advocacia dispõem de menor flexibilidade no uso de ferramentas de marketing do que diversos outros ramos de atividade econômica e por isso acabam não investindo no setor.

Os números comprovam a tendência: no Brasil 63% dos escritórios de advocacia consultados não contam com profissional interno responsável pelo marketing, sendo que apenas 3% contam em seus quadros com cinco ou mais profissionais de marketing em tempo integral.

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Os dados são de um estudo internacional realizado pela Lexis Nexis e Martindale-Hubble em colaboração no Brasil com a consultoria Gonçalves & Gonçalves.

Entre os poucos respondentes que informaram seus percentuais, mais de dois terços (69%) indicaram investimentos em marketing de até 3% do faturamento anual, ressaltando que 10% sequer conhecem tal informação.

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A ausência de um quadro profissional interno ocupado integralmente com o marketing tem diversos reflexos práticos importantes.

Com a inexistência de processos formais de planejamento de marketing, por exemplo, chega-se facilmente ao descontrole de gastos, que tanto podem ser excessivos quanto insuficientes para realizar objetivos que sequer foram formalizados.

A pesquisa revela que apenas 28% dos escritórios contam com procedimentos formais para elaboração do orçamento de marketing.

A consequência inevitável é a terceirização da maior parte das tarefas de marketing, sendo que as tarefas mais frequentemente terceirizadas são as de comunicação: criação de materiais de divulgação (80%), manutenção de sites institucionais (65%), assessoria de imprensa (50%), criação de anúncios (40%) e organização de eventos (30%).

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Empresas de bens de consumo querem interação com o consumidor

Meios de manter um relacionamento direto com os consumidores. É isso o que buscam as empresas de bens de consumo de acordo com um recente estudo da EIU (Economist Intelligence Unit) em parceria com a Oracle Consumer Goods.

A pesquisa, que consultou a opinião de 221 executivos de organizações de todo o mundo, mostra que nos próximos 12 meses, as empresas deverão utilizar as mídias sociais para atividades de marketing que incluirão desde a promoção de produtos (74%), a obtenção de feedbacks dos consumidores (63%) e até mesmo o atendimento de seus clientes (62%).

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As mídias sociais também serão uma prioridade para aumentar a fidelidade dos consumidores nos próximos 12 meses, segundo apontam 74% dos CEOs consultados.

Já 17% deles declararam que as mídias sociais já são uma prioridade, e quase o dobro desse percentual (33%) afirmou que este será um dos principais temas nos próximos 12 meses.

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Mas, mesmo com tantas projeções de melhorias e com a crescente tendência de uso dos canais móveis e sociais, muitos entrevistados ainda acreditam que ainda são muito primários os esforços de e-commerce como iniciativas complementares, principalmente em relação aos atuais canais de varejo.

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Número de locações cresce na capital paulista

O número de novos contratos de locação de imóveis residenciais cresceu 29% na cidade de São Paulo no ano passado, na comparação com 2010. É o que aponta a mais recente pesquisa da Lello, empresa líder em administração imobiliária no estado de São Paulo.

O estudo mostra que os imóveis mais procurados foram apartamentos de dois dormitórios situados próximos a estações de metrô. O valor médio das locações foi de R$ 1,8 mil, crescimento de 11,3% no valor do aluguel.

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Os bairros de Tatuapé e a Mooca tiveram procura de 16% dos novos contratos de locação em 2011. As áreas de Moema, Vila Mariana e Santana representaram 15% dos novos negócios. Perdizes e Pinheiros representaram 14% das novas locações, e a região dos Jardins, 10%.

Segundo a pesquisa da Lello Imóveis, o mercado de aluguéis deve manter este ritmo em 2012. A demanda por imóveis residenciais segue expressiva e o investimento na compra de imóveis para locação a terceiros é uma excelente oportunidade.

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Pesquisa aponta mercado de eventos em alta no Brasil

O fortalecimento de uma marca ou negócio a partir de eventos de lançamento ou ainda, de promoção de um produto estão se tornando pauta constante nos investimentos de empresas brasileiras.

De acordo com a pesquisa Impacto Econômico dos Eventos, encomendada pelo Instituto Alatur, o aumento neste tipo de serviço foi de 43% nas companhias brasileiras em 2011.

O marketing corporativo é um dos principais responsáveis pelo acréscimo deste número, o que traria resultados profissionais positivos a curto e médio prazo. Segundo o estudo, as empresas tendem a realizar eventos próprios, como convenções, lançamentos de produtos e patrocínio de shows.

São feitos, em média, 18 eventos pequenos (de dez a 50 pessoas) durante o ano, por empresa. Já as ações de médio porte (51 a 250 pessoas) sobem para 19 nas empresas e os grandes eventos (para mais de 250 pessoas) chegam a 12 anuais.

A maioria dos investimentos no mercado de eventos é para:

* 42% em Exposições, salões e estande em feiras;

* 40% em Confraternizações;

* 33% em Treinamentos/Workshops

A pesquisa revelou ainda, que, durante o ano passado, foram gastos, em média, R$ 2,4 milhões por empresa com eventos diversos.

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Mais da metade dos consumidores brasileiros procuram imóveis pelas redes sociais

A internet é realmente a divisora de águas para o setor comercial: pesquisa realizada pela Lopes aponta que 64% das pessoas que buscam imóveis utilizam as redes sociais para trocar e obter informações. A entrevista foi feita com 1.193 consumidores e mostrou uma relação direta de aumento entre o público mais jovem, maioria dos que fazem a busca web.

Confira as faixas etárias de quem utiliza as redes sociais para procurar imóveis:

– 31% dos usuários de internet entre 50 a 74 anos;
– 55% dos usuários de internet entre 35 a 49 anos;
– 72% dos usuários de internet entre 18 a 34 anos;

O estudo mostrou ainda que há uma relação inversamente proporcional entre o uso de redes sociais e os aspectos demográficos:

– 71% dos usuários de mídias sociais, são clientes com renda familiar mensal até R$ 6,9 mil;
– 27% dos usuários de mídiaas sociais, são clientes com renda familiar a partir de R$ 30 mil.

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