Febre fitness

Você sabe quantas calorias ingere no seu dia-a-dia? Em tempos de febre fitness e hashtags do tipo #projetoenomedeumapessoainspiradora, prestar atenção em tudo que se come virou regra. As famosas “instafitness”, garotas que dedicam seu tempo a manter com disciplina o estilo de vida saudável e divulgá-lo no instagram, tem deixado muita gente paranoica com alimentação e exercícios.
Para quem não faz ideia do número de calorias que coloca pra dentro por dia e vive no dilema “comer ou não comer”, o Wiseegek dá uma mãozinha bem criativa com uma série que mostra o que significa (de verdade) 200 calorias:

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Quer saber mais? Clique aqui.

Curvas: mais que uma questão de gosto

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Você já se emocionou observando um objeto ou edifício – que não tinha nada de artístico – e não entendeu o motivo? Calma, você não está louco. Recentemente, o psicólogo Oshin Vartanian, da Universidade de Toronto, conduziu uma pesquisa sobre a influência das formas curvas e lineares no cérebro humano. O que ele descobriu? As pessoas amam curvas.

Vartanian fez uma experiência com voluntários: realizava tomografias enquanto mostrava-lhes 200 imagens pré-selecionadas. A tarefa dos voluntários era apenas dizer “bonito” ou “feio”. O estudo revelou que a afeição humana pelas curvas trata-se de um traço neurológico. Tanto homens quanto mulheres preferem objetos curvilíneos visualmente. Mais do que agradar esteticamente, eles atingem os usuários também de forma emocional.

Mas por quê? Para Moshe Bar, especialista no assunto e neurocientista que atua junto à Escola de Medicina da Harvard, o fenômeno está ligado ao instinto de sobrevivência. Uma de suas pesquisas, realizada anos atrás, comprovou que quando alguém vê elementos com terminações retas, a amídala é ativada. Esta é a parte do cérebro que processa o medo. Bar e seu colega Maital Neta propõem que o cérebro associa as linhas retas ao perigo, pois objetos afiados tendem a ser uma ameaça. Interessante, não?

Ação retrata tamanho dos imóveis em caixas de fósforo

A Sanjoy Proprieties criou uma ação pra lá de inusitada na Índia. Em referência ao pequeníssimo tamanho dos apartamentos do seu novo empreendimento, a construtora utilizou caixinhas de fósforo para construir uma réplica exata (até a cor do lençol) do apartamento decorado.

O objetivo da ação era comercializar empreendimentos de baixo custo localizados em um bairro de alto valor em Nova Deli. A ideia inicial aconteceu após uma visita da agência ao apartamento mobilado.

A campanha deu uma noção do tamanho do imóvel e seu preço tão reais que, só no primeiro dia, a empresa recebeu mais de 250 ligações telefônicas solicitando mais detalhes e visitas ao imóvel.

O resultado? A construtora vendeu todos os 25 apartamentos em apenas duas semanas!

Mercado de luxo brasileiro atrai o olhar de marcas internacionais

Pela primeira vez, o Brasil desponta como potencial mercado de luxo no mundo. Marcas nacionais e internacionais vêm investindo em lojas físicas no país de olho no crescimento econômico.

A expectativa, segundo dados do Fundo Monetário Internacional, é que o Brasil se torne a quinta maior economia do mundo, à frente da França e da Alemanha.

Segundo o estudo Brazil Market, coordenado pela agência Voltage em parceria com a inglesa The Future Laboratory, o crescimento econômico brasileiro atingiu a marca de 7,5% em 2010 e, até agora, já chegou a 3,5%, ultrapassando o Reino Unido.

O Brasil conta atualmente com 50 bilionários e cerca de 155 mil milionários. E esse aumento na renda vem movimentando o mercado de luxo.

 

Entendimento do consumidor

O bom desempenho das marcas no Brasil, no entanto, depende do entendimento de que o consumidor brasileiro é diferente do de mercados mais amadurecidos. O mercado de luxo brasileiro aponta características próprias diferentes de outros países e que devem ser observadas pelas marcas.

Enquanto nos Estados Unidos e Europa esse público está mais interessado em valores ligados a heranças ou questões históricas ou de arte, no Brasil, o interesse maior está ligado ao status e à ostentação.

“O grande erro que muitas marcas cometem quando vêm para o Brasil é não observar essa diferença. O brasileiro busca mais esse brilho, o prestígio. São tipos diferentes de luxo, mas o que posso dizer é que esse mercado no Brasil ainda tem muito para crescer”, explica Paulo Al-Assal, Diretor-Geral da Voltage e especialista em tendências, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mesmo com o aumento da renda, estudos apontam para o surgimento de um consumidor mais consciente, preocupado com sustentabilidade.

Uma análise em parceria com a Bridge Research mostra que o brasileiro busca valores humanos nas marcas e tem a expectativa de construir um relacionamento pautado pela transparência, honestidade, integridade, respeito e ética.

Essa consciência, no entanto, é diferente para o consumidor de alto padrão. “Com relação ao mercado de luxo, essa consciência ainda é diferente. As pessoas ainda não pensam muito na sustentabilidade, infelizmente. O brasileiro ainda está mais preocupado com o consumo”, completa Paulo Al-Assal.

 

Marcas trazem lojas para o Brasil

Ainda de acordo com o estudo, nos próximos anos, não haverá uma marca de luxo que não tenha uma loja no Brasil.

A marca de acessórios Coach, por exemplo, tem planos de abrir, em 2012, sete lojas no país e prevê, com a iniciativa, um crescimento anual de 20%. Embora o Brasil tenha taxas de importação elevadas, as marcas internacionais estão dispostas a investir.

As vendas anuais da Tommy Hilfiger no Brasil, por exemplo, são de cerca de US$ 320 milhões, as mais elevadas entre todos os países latinoamericanos.

Os brasileiros gostam de consumir marcas que são ícones internacionais. Cerca de 75% do consumo de bens de luxo é feito por mulheres que compram perfumes, cosméticos, roupas, acessórios e jóias.

Em contrapartida, a “Geração Y”, de acordo com a pesquisa, passa a associar o consumismo com algo que deve ser evitado.

“A marca Osklen está atenta a essa nova demanda e tem desenvolvido um trabalho com os povos da Amazônia, criando seda orgânica e outros tecidos naturais. Ou seja, está reinventando o conceito de luxo”, analisa Paulo Al-Assal.

*Com informações do Mundo do Marketing.

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Por que as marcas não entendem os consumidores infantis?

A maioria das crianças hoje já nasce inserida em um mundo recheado por telas touchscreen, celulares com comando de voz, videogames sem joystick e multi-aparelhos com multi-tarefas.

Nesse contexto mutável, as marcas passam por dificuldade por não entenderem quem são e o que querem os consumidores infantis.

Segundo a pesquisa “Infância Influente”, realizada pela TNS Global, com foco em crianças de seis a 11 anos, o objetivo das empresas deve se concentrar na geração de experiências para criação de vínculos afetivos.

Ainda que os pequenos não entendam as mensagens com a mesma propriedade que os adultos, podem referenciar as marcas por meio de seriados, personagens e ídolos.

Nesse cenário, as empresas devem definitivamente entender que as crianças de hoje definirão os tipos de consumidores do futuro. As mudanças não serão rápidas, mas é preciso correr contra o tempo.

“A infância está mais tecnológica, mas crianças continuam sendo crianças: elas querem explorar, brincar, saciar curiosidades, experimentar. Ávidas, abertas e destemidas frente a novas possibilidades, absorvem informações mais rápido”, diz Alexandre Momma, responsável pela pesquisa.

Cinco tendências de consumo infantil
O entendimento das marcas em relação a quem são e o que desejam os consumidores infantis e que tipo de consumidores eles se tornarão, aponta para cinco tendências do mercado, segundo o estudo.

primeira delas é a compreensão que os pequenos têm do domínio da tecnologia: eles utilizarão cada vez mais, com mais facilidade, e absorverão mais rápido os aparatos tecnológicos naturalmente.

O segundo ponto é que as empresas precisam entender que as crianças não atuam apenas como receptoras de informação, mas também como emissores. “O poder social já é forte e será potencializado pelas redes sociais. Os pequenos opinam, repassam, influenciam e são influenciados”, explica.

Em terceiro lugar está a autosuficiência, quando buscam informações e elas devem estar disponíveis onde e como quiserem. “Dessa forma, os processos de compra e pontos de venda precisarão de um update quanto a preços, produtos e vendedores, por exemplo”.

A quarta tendência é o conteúdo espontâneo, que cresce não só em presença, mas em importância. Segundo o estudo, a mensagem da marca não pode entrar em dissonância com a mensagem sobre a marca.

A última tendência é quanto à participação. Em um cenário bastante ativo, os consumidores buscarão adequar o que consomem às suas necessidades e valorizarem produtos em que tenham voz, desde que o objetivo não seja apenas comercial.

Diálogo certo, vínculo criado
De forma quase natural, marcas como a Fiat e a Estrela são exemplos de sucesso quanto à tendência de diálogo com as crianças.

A montadora lançou o Uno Passeio e o Uno Elétrico, versões infantis do Uno. Já a Estrela relançou o jogo “Banco Imobiliário” trazendo como opção a forma de pagamento em cartão de crédito com a bandeira Mastercard.

Outras marcas também entraram no universo infantil: os jogadores podem comprar ações de mentirinha da Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea e Ipiranga.

“As marcas têm de oferecer formas de desenvolvimento e quem fizer parte desse momento começará a criar vínculos. É natural. Não é empurrar para o consumo, mas gerar experiências e benefícios para essas crianças. As marcas têm de ser preparar hoje para o que esse consumidor pode ser no futuro”, afirma Alexandre Momma.

A presença das marcas no dia a dia das crianças cria uma relação duradoura, por meio da geração de experiência. A partir de ações que criem uma espécie de parceria entre público infantil e a empresa, os resultados poderão ser positivos para ambos os lados. “A criança se diverte e futuramente resgatará as memórias, com uma origem no afeto pela marca”, completa Momma.

Depois de adultos, as memórias da infância também ganham continuidade e passam de geração para geração. Um case de sucesso é o seriado Chaves. Há 31 anos no ar pelo SBT, o programa mexicano é relembrado por pais, que compartilham com os filhos as trapalhadas dos personagens.

A criação do desenho do Chaves, em 2006, e a ativação do mesmo por meio do McLanche Feliz, do McDonald’s, em que as crianças ganhavam bonequinhos no kit, são exemplos de um sucesso que sempre se renova.

Outro exemplo é a Lego. Criada nos anos 1950 e febre nos anos 1980, a empresa caiu no esquecimento nos anos 2000, chegando a fechar fábricas e demitir mais de 3.500 funcionários. No Brasil, a marca fechou as portas em 2004 e voltou em 2006, após reestruturação mundial.

Entre as iniciativas que resgataram o sucesso da marca, estão ações de licenciamento que permitiram lançar peças temáticas, como do filme Star Wars e de super heróis, fazendo com que o brinquedo agradasse crianças e adultos.

“Conheço adultos com mais de 30 anos que colecionam Lego e vi esses dias uma cena que chamou atenção: uma criança com os ‘óculos canudo’ do Chaves na rua. Obviamente ela gosta do desenho, mas deve ter o fator influenciador dos pais. Nem sempre o seriado ou desenho são ótimos, mas se ele consegue resgatar experiências e sentimentos é o importante. Esse tipo de transporte que precisa acontecer e não está acontecendo”, pontua Momma.

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E-consumidor quer ser atendido publicamente, revela pesquisa

Consumidores preferem que as empresas respondam suas indagações em fóruns públicos ou em mídias sociais, ao invés de e-mails ou telefone, segundo um relatório divulgado pela Maritz Research.

Entre os entrevistados, 85% ficaram satisfeitos com o atendimento realizado publicamente, enquanto 27% ficaram “encantados”. Apenas 2% dos clientes afirmaram não ter gostado do serviço.

Enquanto isso, a receptividade não foi a mesma para o atendimento via telefone, e-mails e cartas. Entre aqueles que fizeram perguntas ou reclamações reservadamente, apenas 6% disseram estar encantados com a sua experiência nestes canais.

Consumidores com idades mais avançadas preferem ser atendidos através de canais reservados, enquanto os jovens são mais propensos a utilizar métodos públicos, com 33% dos inquiridos da faixa etária de 18-24 anos preferindo o atendimento em canais como mídias sociais e fóruns públicos, sendo o Facebook o site favorito dos consumidores.

O relatório também procurou descobrir a opinião dos consumidores sobre o uso de suas informações por empresas. A maioria dos entrevistados não está ciente da forma como as empresas conduzem seus dados. Entretanto, são favoráveis aos seguintes usos:

– Ajudar um cliente insatisfeito: 84% (de respostas favoráveis)

– Obter insights sobre o que as pessoas pensam sobre os produtos da empresa: 74%

– Compreender as mercadorias da concorrência: 70%

– Melhorar a presença virtual da marca: 70%

– Aprender o que um indivíduo pensa sobre os produtos da empresa: 68%

– Compreender o que um indivíduo pensa sobre os produtos da concorrência: 60%

 

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Pesquisa de Mercado da 2Day dá origem a primeiro empreendimento comercial de alto padrão de Rio Grande

A cidade de Rio Grande vai ganhar em breve o primeiro empreendimento comercial de alto padrão e nós da 2Day fazemos parte dessa história!
A partir de um estudo de mercado identificamos a demanda e a Construtora Novelletto Roncato deu início ao projeto do Porto de Gale Business Center.
E o mais legal é que no evento de lançamento, realizado no início desta semana, já foi possível confirmar a altíssima procura por salas, conjuntos e meio andares, confirmando a demanda apontada pela nossa pesquisa. Muitos dos presentes já trataram de escolher a sua unidade.
Com estrutura comercial inédita na cidade, o Porto de Gale é composto de um boulevard de conveniências no térreo e 176 salas, localizado na rua General Neto com a Barão de Cotegipe.
A nossa expectativa é de que em 30 dias o empreendimento ultrapasse a marca de 80% das vendas.
O projeto, o primeiro comercial da Novelletto Roncato, possui VGV – Valor Geral de Venda – acima de R$ 30 milhões.
Vale lembrar que, além da pesquisa de mercado, também estamos trabalhando na gestão de lançamento de todos os projetos da Novelletto Roncato.
Conforme constatamos no lançamento do Porto de Gale, essa parceria tem tudo para ser um sucesso! Confira as fotos do evento:

A cidade de Rio Grande vai ganhar em breve o primeiro empreendimento comercial de alto padrão e nós da 2Day fazemos parte dessa história!

A partir de um estudo de mercado identificamos a demanda e a Construtora Novelletto Roncato deu início ao projeto do Porto de Gale Business Center.

E o mais legal é que no evento de lançamento, realizado no início desta semana, já foi possível confirmar a altíssima procura por salas, conjuntos e meio andares, confirmando a demanda apontada pela nossa pesquisa. Muitos dos presentes já trataram de escolher a sua unidade.

Com estrutura comercial inédita na cidade, o Porto de Gale é composto por um boulevard de conveniências no térreo e 176 salas, localizado na rua General Neto com a Barão de Cotegipe.

A nossa expectativa é de que em 30 dias o empreendimento ultrapasse a marca de 80% das vendas.

O projeto, o primeiro comercial da Novelletto Roncato, possui VGV – Valor Geral de Venda – acima de R$ 30 milhões.

Vale lembrar que, além da pesquisa de mercado, também estamos trabalhando na gestão de lançamento de todos os projetos da Novelletto Roncato.

Conforme constatamos no lançamento do Porto de Gale, essa parceria tem tudo para ser um sucesso! Confira as fotos do evento:

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O que o consumidor da terceira idade quer?

O que o consumidor da terceira idade quer?
Os consumidores da terceira idade representam hoje 14% da população brasileira e são responsáveis por cerca de R$ 2,4 bilhões de renda própria. Mas o que eles buscam?
Uma pesquisa divulgada pela Quorum Brasil e realizada com homens e mulheres de 60 a 75 anos afirma que 58% dos entrevistados desejam viajar pelo país.
Entre os outros planos dos entrevistados, a pesquisa constatou que 33% desejam andar de moto, saltar de paraquedas, passear de balão, andar de lancha e pilotar de avião.
Os outros 9% tem planos de comprar um carro, uma casa na praia, uma casa no campo, encontrar um namorado novo ou gravar um CD.
Em contraste com estes números, está o investimento de renda da chamada terceira idade, que destina apenas 4% do dinheiro que recebem para o lazer. De acordo ainda com a pesquisa, um total de 34%, ou seja, a maioria da renda é gasta com moradia, água, luz, telefone e gás.
Os remédios vem em segundo lugar, à frente da alimentação, que aparecem com 24% e 22% dos investimentos, respectivamente.
De acordo com especialistas de mercado, para que o público mais velho entre de vez e com uma boa participação no mercado turístico, algumas mudanças devem ser feitas. Entre elas, planos diferenciados para a terceira idade, custos menores de passagem e impostos reduzidos.
Dados da pesquisa apontam ainda que grande parte dos entrevistados sente falta de produtos adequados ao seu estilo. Um dos exemplos está na indústria alimentícia. Entre os pesquisados, 71% diz que não encontra alimentos adequados.
O setor vestuário também está entre as reclamações dos entrevistados e 42% das pessoas dizem que não encontram roupas adequadas ao seu estilo de vida.
Ainda dentro do segmento turístico, mais de dois terços dos entrevistados criticaram os hotéis. Entre as reclamações, estavam a falta de banheiros adaptados para a segurança, tapetes no chão dificultando o tráfego, e a falta de elevadores.
A pesquisa concluiu que os entrevistados representam uma grande parcela da economia Brasileira. Além do alto consumo, os dados apontam que 64% da categoria compra pela qualidade e não pelo preço.

Os consumidores da terceira idade representam hoje 14% da população brasileira e são responsáveis por cerca de R$ 2,4 bilhões de renda própria. Mas o que eles buscam?

Uma pesquisa divulgada pela Quorum Brasil e realizada com homens e mulheres de 60 a 75 anos afirma que 58% dos entrevistados desejam viajar pelo país.

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Entre os outros planos dos entrevistados, a pesquisa constatou que 33% desejam andar de moto, saltar de paraquedas, passear de balão, andar de lancha e pilotar de avião.

Os outros 9% tem planos de comprar um carro, uma casa na praia, uma casa no campo, encontrar um namorado novo ou gravar um CD.

Em contraste com estes números, está o investimento de renda da chamada terceira idade, que destina apenas 4% do dinheiro que recebem para o lazer. De acordo ainda com a pesquisa, um total de 34%, ou seja, a maioria da renda é gasta com moradia, água, luz, telefone e gás.

Os remédios vem em segundo lugar, à frente da alimentação, que aparecem com 24% e 22% dos investimentos, respectivamente.

De acordo com especialistas de mercado, para que o público mais velho entre de vez e com uma boa participação no mercado turístico, algumas mudanças devem ser feitas. Entre elas, planos diferenciados para a terceira idade, custos menores de passagem e impostos reduzidos.

Dados da pesquisa apontam ainda que grande parte dos entrevistados sente falta de produtos adequados ao seu estilo. Um dos exemplos está na indústria alimentícia. Entre os pesquisados, 71% diz que não encontra alimentos adequados.

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O setor vestuário também está entre as reclamações dos entrevistados e 42% das pessoas dizem que não encontram roupas adequadas ao seu estilo de vida.

Ainda dentro do segmento turístico, mais de dois terços dos entrevistados criticaram os hotéis. Entre as reclamações, estavam a falta de banheiros adaptados para a segurança, tapetes no chão dificultando o tráfego, e a falta de elevadores.

A pesquisa concluiu que os entrevistados representam uma grande parcela da economia brasileira. Além do alto consumo, os dados apontam que 64% da categoria compra pela qualidade e não pelo preço.

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