O que o consumidor da terceira idade quer?

O que o consumidor da terceira idade quer?
Os consumidores da terceira idade representam hoje 14% da população brasileira e são responsáveis por cerca de R$ 2,4 bilhões de renda própria. Mas o que eles buscam?
Uma pesquisa divulgada pela Quorum Brasil e realizada com homens e mulheres de 60 a 75 anos afirma que 58% dos entrevistados desejam viajar pelo país.
Entre os outros planos dos entrevistados, a pesquisa constatou que 33% desejam andar de moto, saltar de paraquedas, passear de balão, andar de lancha e pilotar de avião.
Os outros 9% tem planos de comprar um carro, uma casa na praia, uma casa no campo, encontrar um namorado novo ou gravar um CD.
Em contraste com estes números, está o investimento de renda da chamada terceira idade, que destina apenas 4% do dinheiro que recebem para o lazer. De acordo ainda com a pesquisa, um total de 34%, ou seja, a maioria da renda é gasta com moradia, água, luz, telefone e gás.
Os remédios vem em segundo lugar, à frente da alimentação, que aparecem com 24% e 22% dos investimentos, respectivamente.
De acordo com especialistas de mercado, para que o público mais velho entre de vez e com uma boa participação no mercado turístico, algumas mudanças devem ser feitas. Entre elas, planos diferenciados para a terceira idade, custos menores de passagem e impostos reduzidos.
Dados da pesquisa apontam ainda que grande parte dos entrevistados sente falta de produtos adequados ao seu estilo. Um dos exemplos está na indústria alimentícia. Entre os pesquisados, 71% diz que não encontra alimentos adequados.
O setor vestuário também está entre as reclamações dos entrevistados e 42% das pessoas dizem que não encontram roupas adequadas ao seu estilo de vida.
Ainda dentro do segmento turístico, mais de dois terços dos entrevistados criticaram os hotéis. Entre as reclamações, estavam a falta de banheiros adaptados para a segurança, tapetes no chão dificultando o tráfego, e a falta de elevadores.
A pesquisa concluiu que os entrevistados representam uma grande parcela da economia Brasileira. Além do alto consumo, os dados apontam que 64% da categoria compra pela qualidade e não pelo preço.

Os consumidores da terceira idade representam hoje 14% da população brasileira e são responsáveis por cerca de R$ 2,4 bilhões de renda própria. Mas o que eles buscam?

Uma pesquisa divulgada pela Quorum Brasil e realizada com homens e mulheres de 60 a 75 anos afirma que 58% dos entrevistados desejam viajar pelo país.

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Entre os outros planos dos entrevistados, a pesquisa constatou que 33% desejam andar de moto, saltar de paraquedas, passear de balão, andar de lancha e pilotar de avião.

Os outros 9% tem planos de comprar um carro, uma casa na praia, uma casa no campo, encontrar um namorado novo ou gravar um CD.

Em contraste com estes números, está o investimento de renda da chamada terceira idade, que destina apenas 4% do dinheiro que recebem para o lazer. De acordo ainda com a pesquisa, um total de 34%, ou seja, a maioria da renda é gasta com moradia, água, luz, telefone e gás.

Os remédios vem em segundo lugar, à frente da alimentação, que aparecem com 24% e 22% dos investimentos, respectivamente.

De acordo com especialistas de mercado, para que o público mais velho entre de vez e com uma boa participação no mercado turístico, algumas mudanças devem ser feitas. Entre elas, planos diferenciados para a terceira idade, custos menores de passagem e impostos reduzidos.

Dados da pesquisa apontam ainda que grande parte dos entrevistados sente falta de produtos adequados ao seu estilo. Um dos exemplos está na indústria alimentícia. Entre os pesquisados, 71% diz que não encontra alimentos adequados.

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O setor vestuário também está entre as reclamações dos entrevistados e 42% das pessoas dizem que não encontram roupas adequadas ao seu estilo de vida.

Ainda dentro do segmento turístico, mais de dois terços dos entrevistados criticaram os hotéis. Entre as reclamações, estavam a falta de banheiros adaptados para a segurança, tapetes no chão dificultando o tráfego, e a falta de elevadores.

A pesquisa concluiu que os entrevistados representam uma grande parcela da economia brasileira. Além do alto consumo, os dados apontam que 64% da categoria compra pela qualidade e não pelo preço.

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Animais de estimação na mira do mercado imobiliário

Animais de estimação influenciam compra de imóveis
As construtoras têm investido nas áreas comuns dos edifícios para atrair interessados. Piscinas e churrasqueiras vieram primeiro. Depois, espaços gourmet e até cinemas.
Agora, são os animais de estimação que começam a ganhar espaço, com a introdução de ambientes especiais para eles.
Os chamados pet cares instalados nos condomínios recebem tanques, chuveiros e tomadas para secador. “Além disso, decoramos os ambientes com armários e gavetas para auxiliar na lavagem dos animais”, afirma Melina Fanny Iossephides, gerente de desenvolvimento de produto da Gafisa.
De acordo com Melina, a demanda por esse tipo de espaço tem crescido. Os números da Gafisa endossam essa impressão. “Já fizemos aproximadamente 22 empreendimentos com esse ambiente, alguns em construção e outros já entregues”, aponta.
Os bichos de estimação têm ganhado tanto destaque nos novos projetos que não são apenas os pet cares as únicas instalações voltadas para eles. “Em alguns empreendimentos, fazemos também os espaços pet place, que são locais abertos nos quais colocamos equipamentos que servem para treinamento e adestramento”, conta Melina Fanny IossepFaz hides.

Faz tempo as que as construtoras tem investido nas áreas comuns dos edifícios para atrair interessados. Piscinas e churrasqueiras vieram primeiro, seguidos de espaços gourmet e cinemas.

Agora chegou a vez de os animais de estimação ganharem espaço com a introdução de ambientes especiais para eles.

Os chamados pet cares instalados nos condomínios recebem tanques, chuveiros e tomadas para secador. “Além disso, decoramos os ambientes com armários e gavetas para auxiliar na lavagem dos animais”, afirma Melina Fanny Iossephides, gerente de desenvolvimento da incorporadora e construtora Gafisa.

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De acordo com Melina, a demanda por esse tipo de espaço tem crescido. Os números da construtora confirmam: “Já fizemos aproximadamente 22 empreendimentos com esse ambiente, alguns em construção e outros já entregues”, aponta.

Uma pesquisa, realizada por outra construtora, a Tecnisa, estima que na cidade de São Paulo 65% das residências verticais possuam animal de estimação, número próximo ao de pessoas que consideraram o Pet Care um item importante nas áreas sociais dos imóveis. Entre cerca de 530 pessoas ouvidas, 59% afirmaram que o Pet Care é importante, 9% indiferente e 32% desnecessário.

Os bichos de estimação tem ganhado tanto destaque nos novos projetos que não são apenas os pet cares as únicas instalações voltadas para eles. “Em alguns empreendimentos, fazemos também os espaços pet place, que são locais abertos nos quais colocamos equipamentos que servem para treinamento e adestramento”, descreve Melina.

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O marketing do Dia das Mães

O marketing do Dia das Mães
Uma das datas mais lucrativas para o comércio, o Dia das Mães é a grande oportunidade para as marcas se aproximarem dos consumidores. Por isso, reproduzimos aqui uma relação elaborada pela Letícia Alasse, do Mundo do Marketing, que analisou as ações de grandes marcas.
Começando pelos varejistas virtuais, a aposta foi a criação de hotsites que auxiliam a escolha do público. O Walmart, por exemplo, criou um teste para presentear as mães de acordo com o seu perfil, enquanto que o MercadoLivre investiu em categorias de produtos conforme o orçamento do consumidor.
Um dado interessante é que as questões emocionais ainda pesam na hora de produzir uma ação para a data. A LG criou um aplicativo que calcula o período em que o usuário deixa a sua mãe sem dormir e sugere uma recompensa com um produto da empresa.
Já a Coca-Cola optou por pesquisar o que realmente o público quer para bolar a sua estratégia para o Dia das Mães.  Enquanto em 2011 a marca lançou um vídeo com a música “Emoções” do cantor Roberto Carlos, este ano a opção foi por algo que realmente agregasse valor à vida dos consumidores.
A campanha que está no ar, “Felicidade Retornável”, está sorteando bolsas com design fashion para que as mães tanto levem as garrafas retornáveis do refrigerante quanto passeiem no dia a dia.
Outra marca que optou por presentear o consumidor de maneira mais intimista foi a Renner. A varejista criou um aplicativo que escolhe automaticamente a foto do perfil no Facebook com a opção de customização da imagem, e no sábado, dia 12, as mães dos participantes recebem um cartão personalizado.
Algumas marcas, além de lançamentos especiais e promoções, apostam ainda em detalhes básicos que também costumam atrair os consumidores. O Boticário lançou uma coleção de perfumes com fragrâncias exclusivas, contudo, para surpreender os clientes, também apostou em novas embalagens para a data, feitas em papel tecido.
Por fim, outra estratégia que tem aparecido no planejamento das marcas é focar na comunicação com os consumidores que realmente farão as compras.
A estratégia é repetidamente feita pelos shoppings, que estimulam altos valores de consumo e prêmios como carros, que não serão destinados para as mães, mas para o comprador em si.

Uma das datas mais lucrativas para o comércio, o Dia das Mães é a grande oportunidade para as marcas se aproximarem dos consumidores. Por isso, reproduzimos aqui uma relação elaborada pela Letícia Alasse, do Mundo do Marketing, que analisou as ações de grandes marcas.

Começando pelos varejistas virtuais, a aposta foi a criação de hotsites que auxiliam a escolha do público. O Walmart, por exemplo, criou um teste para presentear as mães de acordo com o seu perfil, enquanto que o MercadoLivre investiu em categorias de produtos conforme o orçamento do consumidor.

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Um dado interessante é que as questões emocionais ainda pesam na hora de produzir uma ação para a data. A LG criou um aplicativo que calcula o período em que o usuário deixa a sua mãe sem dormir e sugere uma recompensa com um produto da empresa.

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Já a Coca-Cola optou por pesquisar o que realmente o público quer para bolar a sua estratégia para o Dia das Mães.  Enquanto em 2011 a marca lançou um vídeo com a música “Emoções” do cantor Roberto Carlos, este ano a opção foi por algo que realmente agregasse valor à vida dos consumidores.

A campanha que está no ar, “Felicidade Retornável”, está sorteando bolsas com design fashion para que as mães tanto levem as garrafas retornáveis do refrigerante quanto passeiem no dia a dia.

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Outra que optou por presentear o consumidor de maneira mais intimista foi a Renner. A varejista criou um aplicativo que escolhe automaticamente a foto do perfil no Facebook com a opção de customização da imagem, e no sábado, dia 12, as mães dos participantes recebem um cartão personalizado.

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Algumas marcas, além de lançamentos especiais e promoções, apostam ainda em detalhes básicos que também costumam atrair os consumidores. O Boticário lançou uma coleção de perfumes com fragrâncias exclusivas, contudo, para surpreender os clientes, também elaborou novas embalagens para a data, feitas em papel tecido.

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Por fim, outra estratégia que tem aparecido no planejamento das marcas é focar na comunicação com os consumidores que realmente farão as compras.

A ação é repetidamente feita pelos shoppings, que estimulam altos valores de consumo e prêmios como carros, que não serão destinados para as mães, mas para o comprador em si.

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Imóveis no exterior: os destinos preferidos dos brasileiros

Os destinos dos brasileiros que buscam imóveis no exterior
São Paulo – As famílias mais abastadas que procuram imóveis no exterior já não se limitam mais ao estado americano da Flórida, nem mesmo aos Estados Unidos. Outras cidades americanas, cidades caribenhas e vizinhas sul-americanas também entram no radar de quem busca uma segunda residência no exterior.
Segundo dados da Century 21, a maior franquia imobiliária do mundo, depois de Miami e Orlando, as localidades estrangeiras que mais vêm sendo buscadas pelo público brasileiro são Punta del Este, no Uruguai, Nova York, além das ilhas de Aruba e Saint Barths. A maioria busca uma segunda residência para veraneio ou para fazer negócios, ou mesmo aluguel para temporada.
Punta del Este, Uruguai
De acordo com a Century 21, a procura de brasileiros por imóveis em Punta del Este cresceu 55% entre 2010 e 2011. A operação uruguaia da companhia começou em março deste ano. “O Uruguai tem benefícios tributários, além de fazer parte do Mercosul. É possível, por exemplo, fazer a transferência do capital a custos muito baixos”, explica Ernani Assis, CEO da Century 21 no Brasil e no Uruguai.
Outros fatores de forte atração de brasileiros são a proximidade com o Brasil – existem voos diretos para Punta – e a existência de cassinos, uma vez que o jogo é legalizado no país. O metro quadrado de imóveis de alto padrão em Punta custa em média 4.000 dólares, mais ou menos o preço médio do metro quadrado na cidade do Rio de Janeiro, segundo o Índice FipeZap de março. As localidades preferidas de quem busca uma segunda residência no local são La Barra, José Ignacio, Praya Brava, Bosque e Beverly Hills.
Nova York, Estados Unidos
A cidade de Nova York teve um aumento de 21% nas buscas feitas por brasileiros de 2010 para 2011, por dois aspectos importantes: o de turismo e o de negócios, tanto para pessoas físicas, que vão passar temporadas na cidade a trabalho, quanto para empresas que buscam instalações para montar uma filial nos Estados Unidos.
“Quatro empresas já fizeram negócio conosco este ano: uma de fundos imobiliários, uma de mercado de capitais e duas de serviços”, diz Ernani Assis. O preço do metro quadrado de imóveis residenciais de alto padrão na Grande Maçã, porém, é bem salgado: 13.000 dólares.
Aruba
Aruba é uma ilha caribenha que funciona como território autônomo dentro do Reino dos Países Baixos. Houve uma alta de 15% nas buscas de brasileiros por imóveis à venda na região de 2010 para 2011. “É uma das ilhas com maior desenvolvimento econômico do Caribe, onde os brasileiros buscam um lugar mais exclusivo e confortável, porém a um preço médio razoável”, diz Ernani Assis.
Também existe voo direto para Aruba, que conta ainda com cassinos legalizados, outro fator de atração de brasileiros. O metro quadrado médio dos imóveis de alto padrão custa 3.500 dólares, pouco mais do que o metro quadrado médio na cidade de São Paulo em abril, segundo o Índice FipeZap de março.
Saint-Barths
Também localizada no Caribe, a ilha de Saint-Barths tem um perfil um pouco diferente das demais localidades citadas por Ernani Assis. Houve um aumento de 15% na procura por imóveis na região de 2010 para 2011, mas a maioria desses brasileiros buscava propriedades para alugar para as férias ou para feriados. “Saint-Barths é onde os ricos e famosos passam férias, e dispõe de uma quantidade enorme de hotéis e mansões de luxo”, explica o CEO da Century 21 no Brasil.
A ilha de colonização primordialmente francesa tem apenas 21 quilômetros quadrados, o que resulta em imóveis muito caros por um lado, e um ar de refúgio e exclusividade por outro. “Saint-Barths tem um dos Réveillons mais nobres do mundo. Na virada do ano passado, alugamos 11 mansões para brasileiros. Uma delas custou 40.000 dólares para uma semana”, conta AssisJá se .

Já se foi o tempo em que os brasileiros só tinham olhos para os imóveis da Flórida. Outras cidades americanas, caribenhas e ainda as vizinhas sul-americanas já integram as preferências de quem busca um imóvel no exterior.

De acordo com a Century 21, a maior franquia imobiliária do mundo, depois de Miami e Orlando os locais que mais vêm sendo buscadas pelo brasileiro são Punta del Este, no Uruguai, Nova York e as ilhas de Aruba e Saint Barths.

Os motivos para a busca no exterior? Veraneio, negócios  e ainda aluguel para temporada.

Confira abaixo os atrativos de cada cidade apurados pela revista Exame.

Punta del Este, Uruguai

A procura de brasileiros por imóveis em Punta del Este cresceu 55% entre 2010 e 2011. “O país tem benefícios tributários, além de fazer parte do Mercosul, e a transferência do capital pode ser realizada a custos muito baixos”, explica Ernani Assis, CEO da Century 21 no Brasil e no Uruguai.

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Outros fatores de forte atração de brasileiros são a proximidade com o Brasil – existem voos diretos para Punta – e a existência de cassinos, uma vez que o jogo é legalizado no país.

O metro quadrado de imóveis de alto padrão em Punta custa em média quatro mil dólares, mais ou menos o preço médio do metro quadrado na cidade do Rio de Janeiro, segundo o Índice FipeZap de março.

As localidades preferidas são La Barra, José Ignacio, Praya Brava, Bosque e Beverly Hills.

Nova York, Estados Unidos

A cidade de Nova York teve um aumento de 21% nas buscas feitas por brasileiros de 2010 para 2011, por dois aspectos importantes: o de turismo e o de negócios, tanto para pessoas físicas, que vão passar temporadas na cidade a trabalho, quanto para empresas que buscam instalações para montar uma filial nos Estados Unidos.

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O preço do metro quadrado de imóveis residenciais de alto padrão na cidade é bem salgado: 13 mil dólares.

Aruba

A ilha caribenha funciona como território autônomo dentro do Reino dos Países Baixos. Houve uma alta de 15% nas buscas de brasileiros por imóveis à venda na região de 2010 para 2011.

Também existe voo direto para Aruba, que conta ainda com cassinos legalizados, outro fator de atração de brasileiros.

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O metro quadrado médio dos imóveis de alto padrão custa 3,5 mil dólares, pouco mais do que o metro quadrado médio na cidade de São Paulo em abril, segundo o Índice FipeZap de março.

Saint-Barths

Também localizada no Caribe, a ilha tem um perfil um pouco diferente. Houve um aumento de 15% na procura por imóveis na região de 2010 para 2011, mas a maioria desses brasileiros buscava propriedades para alugar para as férias ou para feriados.

“Saint-Barths é onde os ricos e famosos passam férias, e dispõe de uma quantidade enorme de hotéis e mansões de luxo”, explica o CEO da Century 21 no Brasil.

A ilha de colonização primordialmente francesa tem apenas 21 quilômetros quadrados, o que resulta em imóveis muito caros por um lado, e um ar de refúgio e exclusividade por outro.

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“Saint-Barths tem um dos Réveillons mais nobres do mundo. Na virada do ano passado, alugamos 11 mansões para brasileiros. Uma delas custou 40 mil dólares para uma semana”, conta Assis.

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Marketing no mercado de luxo: três tendências para 2012

Os bens de luxo são produtos e serviços com comportamentos muito particulares no mercado, e sua administração mercadológica frequentemente contradiz as regras do marketing de consumo de massa. É preciso adaptar e muitas vezes reinventar conceitos para prosperar nesse segmento.

Por isso destacamos abaixo três tendências para auxiliar as empresas do setor em seu planejamento de marketing para o mercado de luxo. As dicas são de Karen Weiner Escalera, membro do conselho consultivo do Luxury Marketing Council da Flórida, Estados Unidos.

Diversão para fidelizar
Cada vez mais as companhias terão de atrair e divertir para fidelizar. Um exemplo é a ação da marca de sapatos Jimmy Choo, que criou uma gincana em Londres para apresentar sua primeira coleção de tênis.

Durante a ação “Catch a Choo”, os seguidores da marca nas mídias sociais viam que um par de tênis tinha feito check-in em algum lugar da cidade e o primeiro a chegar no local recebia o produto.

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Operadores de turismo, hotéis e empresas aéreas também seguem a tendência, oferecendo viagens misteriosas de fim de semana para clientes fiéis e fãs, por meio de concursos, leilões ou descontos para destinos desconhecidos, com itinerários-surpresa.

Mudanças na linguagem
Nos últimos anos, os jargões têm sido palavras como “autêntico”, “artesanal”, “vintage” e “único”. Provavelmente, em 2012 continuará assim, mas as empresas devem ficar atentas.

Na medida em que palavras da moda forem adotadas pelo mercado do consumo em massa, será necessário criar um novo vocabulário do Luxo, mais carismático e preciso, com termos como “precioso”, “raro” e “sagrado”.

Diferenciação pelo estilo
As marcas precisam melhorar o que oferecem e proporcionar vivências diferentes aos consumidores. Foi o que fez a britânica Alfred Dunhill, ao recriar uma loja com artefatos e peças de suas primeiras coleções.

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O complexo de três andares mergulha os visitantes em uma experiência completa de compras, jantar e beleza, com um bar e café, uma sala de cinema, alfaiataria, área de produtos em couro, SPA, barbearia e um clube de cavalheiros, à moda antiga.

Outro exemplo são os hotéis que atendem os que amam os “micro nichos”, como o The Food Hotel, em Neuwied, na Alemanha. O empreendimento temático tem decoração de supermercado, com bancos feitos de caixas de cerveja, almofadas que parecem biscoitos e cadeiras que lembram carrinhos de compras.

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Por meio de uma parceria com 36 das maiores marcas de alimentos domésticos da Alemanha, foram projetadas suítes que permitem aos hóspedes escolherem quais lanches, bebidas e ações de Marketing gostariam de receber e testemunhar ali.

Há ainda o Divorce Hotel, na Holanda, para casais que desejam se separar. O local conta com quartos de solteiro, mediadores, tabeliães e psicólogos, além de outros especialistas para ajudarem os clientes durante o processo de divórcio.

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O grande desafio do marketing: como dialogar com a classe C?

O grande desafio do marketing: como dialogar com a classe C?
Os consumidores das classes menos favorecidas aumentaram seu poder de compra nos últimos anos. Por consequência, os anunciantes, e logicamente, seus departamentos de marketing começaram a olhar para “os emergentes” com outros olhos.
De acordo com o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide.
Em artigo publicado pelo Administradores, o especialista cita o exemplo das redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas Cem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza que estão construindo posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade.
Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Já as Lojas Pernambucanas montou um hotsite do Luan Santana. Comprar é prazer e eu consumo para buscar a felicidade.
Outro exemplo citado por Hiller é a campanha da rede de supermercados DIA, que entende que a classe tem aspirações de ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”.
O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia.
Na campanha, em relação ao preço baixo, a socialite diz que não compra no Dia porque o que mais gosta é gastar; quando o assunto é a proximidade das unidades da rede, a justificativa de Val é a vontade de rodar com sua limusine e a negação aos produtos da marca se explica pela preferência aos produtos importados – quando, na verdade, ela toma chá do Dia comprado por seu assistente sem que ela saiba.
Uma boa jogada ou uma abordagem de mau gosto? Para Hiller o risco da rede se desconectar da classe C, o alvo que se deseja atingir, é grande.
O grande desafio, segundo Hiller, é como se conectar sem estereotipar. “Na minha visão, ninguém ainda conseguir dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácil”, define.

Os consumidores das classes menos favorecidas aumentaram seu poder de compra nos últimos anos. Por consequência, os anunciantes, e logicamente, seus departamentos de marketing começaram a olhar para “os emergentes” com outros olhos.

De acordo com o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide.

Em artigo publicado pelo Administradores, o especialista cita o exemplo das redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas Cem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza que estão construindo posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade.

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Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Comprar é prazer e eu consumo para buscar a felicidade. Já as Lojas Pernambucanas apelaram para um ídolo popular e montaram um hotsite do Luan Santana.

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Outro exemplo citado por Hiller é a campanha da rede de supermercados DIA, que entende que a classe tem aspirações de ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”.

O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia.

Na campanha, em relação ao preço baixo, a socialite diz que não compra no Dia porque o que mais gosta é gastar; quando o assunto é a proximidade das unidades da rede, a justificativa de Val é a vontade de rodar com sua limusine; já a negação aos produtos da marca se explica pela preferência aos produtos importados – quando, na verdade, Val toma chá do Dia comprado por seu assistente sem que ela saiba.

Uma boa jogada ou uma abordagem de mau gosto? Para Hiller o risco da rede se desconectar da classe C, o alvo que se deseja atingir, é grande.

O grande desafio, segundo o especialista, é como se conectar sem estereotipar. “Na minha visão, ninguém ainda conseguiu dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácil”, define.

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Os bairros mais caros do Brasil

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A localização do imóvel já é, de forma isolada, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. O item está à frente de outros como área útil, planta, número de vagas ou segurança.
A escolha por determinado bairro revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Conforme a população se aglomera nos centros urbanos, o bairro torna-se maior referência de identidade do que a própria cidade.
Um estudo realizado pela Lopes, e divulgada pela Revista Época, aponta quais são as áreas mais valorizadas e desejadas em várias metrópoles brasileiras.
O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011. Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.
O resultado do estudo detecta tendências que já moldavam o mercado de imóveis no Brasil nos últimos anos e continuarão presentes no futuro próximo – entre elas, a expansão da indústria de petróleo e o aumento no número de aposentados que valorizam cidades litorâneas como Santos, Vitória ou Rio.
A difusão de riqueza que estimula a construção em capitais menores, como Goiânia e Natal, também foi detectada. Outros bairros em destaque foram o Meireles, em Fortaleza, as Asas Norte e Sul, em Brasília, e o Campo Comprido, em Curitiba.

A localização do imóvel já é, de forma isolada, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. O item está à frente de outros como área útil, planta, número de vagas ou segurança.

A escolha por determinado bairro revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Conforme a população se aglomera nos centros urbanos, o bairro torna-se maior referência de identidade do que a própria cidade.

Um estudo realizado pela Lopes aponta quais são as áreas mais valorizadas e desejadas em várias metrópoles brasileiras.

O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011.

Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.

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O resultado do estudo detecta tendências que já moldavam o mercado de imóveis no Brasil nos últimos anos e continuarão presentes no futuro próximo – entre elas, a expansão da indústria de petróleo e o aumento no número de aposentados que valorizam cidades litorâneas como Santos, Vitória e Rio.

A difusão de riqueza que estimula a construção em capitais menores, como Goiânia e Natal, também foi detectada. Outros bairros em destaque foram o Meireles, em Fortaleza, as Asas Norte e Sul, em Brasília, e o Campo Comprido, em Curitiba.

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Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa

Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa
Embora a publicidade televisiva continue a ser uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões on-line como as mais confiáveis.
De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.
Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.
Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.
Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.
Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.
“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformas”, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.
Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastos em mídia tradicionais ou pago, como a televisão.
Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.
A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

Embora a publicidade televisiva continue sendo uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões online como as mais confiáveis.

De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.

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Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.

Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.

Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.

Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.

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“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformas”, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.

Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastas em mídias tradicionais ou pagas, como a televisão.

Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.

A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

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Bairro planejado de Chapecó conta com trabalho da 2Day

Bairro planejado de Chapecó conta com trabalho da 2Day
Um novo bairro planejado está tomando forma na cidade de Chapecó, em Santa Catarina.
O projeto é da Vaccaro Participações SA em parceria com a Sulszback Empreendimentos Imobiliários e conta com o trabalho de gestão de lançamento da 2Day Estudos de Mercado e Marketing e da Agência de Comunicação Incomum.
O empreendimento, composto por 500 lotes, tem lançamento previsto para junho e propõe opções de lazer diferenciado na região do bairro Efapi, novo eixo de crescimento e desenvolvimento da cidade.
O projeto foi apresentado em Chapecó, nesta quarta-feira, 11, em um evento que contou com a presença de donos e gestores das principais imobiliárias.

Um novo bairro planejado está tomando forma na cidade de Chapecó, em Santa Catarina.

O projeto é da Vaccaro Participações SA em parceria com a Sulszbach Empreendimentos Imobiliários e conta com o trabalho de gestão de lançamento da 2Day Estudos de Mercado e Marketing e da Agência de Comunicação Incomum.

O empreendimento, composto por 500 lotes, tem lançamento previsto para junho e propõe opções de lazer diferenciado na região do bairro Efapi, novo eixo de crescimento e desenvolvimento da cidade.

O projeto foi apresentado em Chapecó, nesta quarta-feira, 11, em um evento que contou com a presença de donos e gestores das principais imobiliárias.

Confira um pouco do encontro:

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Novo empreendimento Rotta Ely tem suporte em pesquisa da 2Day

Novo empreendimento Rotta Ely tem suporte em pesquisa da 2Day
A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de desenvolver um trabalho bem bacana para a Construtora e Incorporadora Rotta Ely.
Antes de lançar seu mais novo empreendimento no bairro Azenha, a Rotta Ely contou com o trabalho altamente qualificado da 2Day para pesquisar a essência e as verdades do bairro.
Realizado em conjunto com a agência Capital, o trabalho contou com a parceria do antropólogo Cristian Salaini e da Cool Hunter Fah Maioli.
A pesquisa foi responsável por descobertas interessantíssimas, desconhecidas inclusive pelos próprios moradores.
E o que mais chamou a atenção ao final da pesquisa, de acordo com os profissionais envolvidos, foi o espírito coletivo, social e afetivo que toma conta das ruas do bairro.
As cadeiras na calçada, as rodas de chimarrão, a amizade entre os vizinho, a união das famílias. É como se houvesse um pedacinho do interior dentro de Porto Alegre.
E para preparar o lançamento do novo empreendimento, a Rotta Ely está preparando a diversas ações. A primeira delas pode ser conferida aqui.
Acessa lá [www.domingoempoa.com.br] e comece a conhecer um pouco mais do clima Azenha.

A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de desenvolver um trabalho bem bacana para a Construtora e Incorporadora Rotta Ely.

Antes de lançar seu mais novo empreendimento no bairro Azenha, a Rotta Ely contou com o trabalho altamente qualificado da 2Day para pesquisar a essência e as verdades do bairro.

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Realizado em conjunto com a agência Capital, o trabalho contou com a parceria do antropólogo Cristian Salaini e da Cool Hunter Fah Maioli.

A pesquisa foi responsável por descobertas interessantíssimas, desconhecidas inclusive pelos próprios moradores.

E o que mais chamou a atenção ao final do trabalho, de acordo com os profissionais envolvidos, foi o espírito coletivo, social e afetivo que toma conta das ruas do bairro.

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As cadeiras na calçada, as rodas de chimarrão, a amizade entre os vizinho, a união das famílias. É como se houvesse um pedacinho do interior dentro de Porto Alegre.

E para preparar o lançamento do novo empreendimento, a Rotta Ely está preparando a diversas ações. A primeira delas pode ser conferida aqui.

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