Porto de Gale: o empreendimento comercial de alto padrão de Rio Grande

A Novelletto Roncato apresenta o empreendimento comercial de alto padrão que faltava em Rio Grande: Porto de Gale Business Center.

Inspirado nas últimas tendências de grandes centros profissionais, o Porto de Gale apresenta infraestrutura inédita! Confira:

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O medo da bolha imobiliária

Por Ricardo Amorim 

 

O mercado imobiliário gera paixões. Para muitos, a compra de um imóvel é a decisão financeira mais importante da vida. Para investidores, é um potencial de lucros às vezes fantásticos. Para o país, um poderoso motor de crescimento e geração de empregos.

Desde 2008, venho refutando alegações de que o Brasil tem uma bolha imobiliária prestes a estourar. De lá para cá, os preços dos imóveis dobraram, triplicaram ou subiram ainda mais.

Impressionado com o ritmo da atividade imobiliária e com a forte elevação dos preços, resolvi atualizar meus estudos sobre o assunto para checar minhas conclusões.

Analisei as bolhas imobiliárias de todos os países para os quais consegui dados desde 1900. Ignorei apenas bolhas imobiliárias regionais como, por exemplo, a causada pela busca do ouro no oeste americano.

Algumas conclusões saltam aos olhos. Primeiro, bolhas imobiliárias costumam envolver forte atividade de construção. Para tornar os dados de construção comparáveis entre diferentes países e períodos, analisei o consumo anual de cimento, per capita, em cada país no ano em que a bolha estourou.

Não encontrei nenhum estouro de bolha com consumo anual de cimento inferior a 400 Kg per capita. Na Espanha, passou de 1.200 Kg e há casos, como na China atual, de consumo ainda superior, 1.600 Kg, sem estouro de bolha. No Brasil, minha estimativa é de que hoje estamos em 349 Kg.

Segundo, uma bolha imobiliária sempre se caracteriza por preços muito elevados em relação à capacidade de pagamento das pessoas. Considerando-se quantos anos de salários são necessários para comprar um imóvel de preço médio nas principais cidades do mundo, nenhuma cidade brasileira está hoje entre as 20 mais caras. Por outro lado, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Balneário Camboriú estão entre as 100 mais caras. Entretanto, mesmo por esse parâmetro, Brasília, a mais cara do país, ainda é duas vezes e meia mais barata do que Rabat, no Marrocos, a mais cara do mundo.

O ar que infla qualquer bolha de investimento, imobiliária ou não, é sempre uma abundante oferta de crédito. Ela possibilita que investidores comprem algo que não poderiam apenas com suas rendas. Todas as bolhas imobiliárias que encontrei estouraram quando o total do crédito imobiliário superava 50% do PIB e, em alguns casos, passava de 130% do PIB. Nos EUA, em 2006, um ano antes dos preços começarem a cair, era de 79% do PIB. No Brasil, apesar de todo crescimento dos últimos anos, este número é hoje de 5% do PIB.

Aliás, é sempre uma súbita ruptura na oferta de crédito, normalmente associada a uma forte elevação do custo deste crédito, que faz com que bolhas estourem. No Brasil está acontecendo exatamente o contrário. O crédito imobiliário está em expansão e o seu custo em queda.

Por tudo que pesquisei, concluo que é bastante improvável que haja um estouro de bolha imobiliária no Brasil, pelo menos em breve. Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe.

Então os preços dos imóveis continuarão subindo no ritmo dos últimos anos? Dificilmente. Os preços atuais já estão mais elevados; em casos específicos, até altos para padrões internacionais.

O mais provável, são altas mais modestas, às vezes bem mais modestas. Em alguns casos, até pequenos ajustes de preços para baixo são possíveis e salutares. São exatamente eles que garantiriam que bolhas não estourem em um futuro mais distante.

* Publicado originalmente em RiCam

 

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Imóveis que consomem pouca energia terão selo de certificação

Edifícios que consomem pouca energia começaram a receber uma identificação especial, o que pode representar um ganho na valorização do imóvel.

Há quase 20 anos o selo ajuda muita gente a levar para casa produtos que consomem menos energia. Quanto mais próximo da letra A, mais eficiência e maior economia.

Agora a etiqueta tem novas aplicações: ela também está sendo usada para medir o consumo de energia de edifícios comerciais, residenciais ou órgãos públicos.

Para obter a certificação é preciso seguir algumas exigências que asseguram uma economia de até 50% na conta de luz.

A fachada do prédio deve ajudar a manter a temperatura amena do lado de dentro. Usar com inteligência a luz do sol e lâmpadas econômicas contam preciosos pontos.

Ventilação natural é importante, e aparelhos de ar-condicionado devem ser eficientes, com selo Procel.

“À medida que existem prédios etiquetados e prédios não etiquetados, as pessoas que vão aprender a usar essa informação vão dar preferência a esse instrumento, a essa informação nova”, explica Marcos André Borges, coordenador do programa de etiquetagem do Inmetro.

De acordo com a reportagem exibida no Jornal Nacional, 22 edificações receberam a nova etiqueta em todo o país.

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Mercado de luxo brasileiro atrai o olhar de marcas internacionais

Pela primeira vez, o Brasil desponta como potencial mercado de luxo no mundo. Marcas nacionais e internacionais vêm investindo em lojas físicas no país de olho no crescimento econômico.

A expectativa, segundo dados do Fundo Monetário Internacional, é que o Brasil se torne a quinta maior economia do mundo, à frente da França e da Alemanha.

Segundo o estudo Brazil Market, coordenado pela agência Voltage em parceria com a inglesa The Future Laboratory, o crescimento econômico brasileiro atingiu a marca de 7,5% em 2010 e, até agora, já chegou a 3,5%, ultrapassando o Reino Unido.

O Brasil conta atualmente com 50 bilionários e cerca de 155 mil milionários. E esse aumento na renda vem movimentando o mercado de luxo.

 

Entendimento do consumidor

O bom desempenho das marcas no Brasil, no entanto, depende do entendimento de que o consumidor brasileiro é diferente do de mercados mais amadurecidos. O mercado de luxo brasileiro aponta características próprias diferentes de outros países e que devem ser observadas pelas marcas.

Enquanto nos Estados Unidos e Europa esse público está mais interessado em valores ligados a heranças ou questões históricas ou de arte, no Brasil, o interesse maior está ligado ao status e à ostentação.

“O grande erro que muitas marcas cometem quando vêm para o Brasil é não observar essa diferença. O brasileiro busca mais esse brilho, o prestígio. São tipos diferentes de luxo, mas o que posso dizer é que esse mercado no Brasil ainda tem muito para crescer”, explica Paulo Al-Assal, Diretor-Geral da Voltage e especialista em tendências, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mesmo com o aumento da renda, estudos apontam para o surgimento de um consumidor mais consciente, preocupado com sustentabilidade.

Uma análise em parceria com a Bridge Research mostra que o brasileiro busca valores humanos nas marcas e tem a expectativa de construir um relacionamento pautado pela transparência, honestidade, integridade, respeito e ética.

Essa consciência, no entanto, é diferente para o consumidor de alto padrão. “Com relação ao mercado de luxo, essa consciência ainda é diferente. As pessoas ainda não pensam muito na sustentabilidade, infelizmente. O brasileiro ainda está mais preocupado com o consumo”, completa Paulo Al-Assal.

 

Marcas trazem lojas para o Brasil

Ainda de acordo com o estudo, nos próximos anos, não haverá uma marca de luxo que não tenha uma loja no Brasil.

A marca de acessórios Coach, por exemplo, tem planos de abrir, em 2012, sete lojas no país e prevê, com a iniciativa, um crescimento anual de 20%. Embora o Brasil tenha taxas de importação elevadas, as marcas internacionais estão dispostas a investir.

As vendas anuais da Tommy Hilfiger no Brasil, por exemplo, são de cerca de US$ 320 milhões, as mais elevadas entre todos os países latinoamericanos.

Os brasileiros gostam de consumir marcas que são ícones internacionais. Cerca de 75% do consumo de bens de luxo é feito por mulheres que compram perfumes, cosméticos, roupas, acessórios e jóias.

Em contrapartida, a “Geração Y”, de acordo com a pesquisa, passa a associar o consumismo com algo que deve ser evitado.

“A marca Osklen está atenta a essa nova demanda e tem desenvolvido um trabalho com os povos da Amazônia, criando seda orgânica e outros tecidos naturais. Ou seja, está reinventando o conceito de luxo”, analisa Paulo Al-Assal.

*Com informações do Mundo do Marketing.

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Por que as marcas não entendem os consumidores infantis?

A maioria das crianças hoje já nasce inserida em um mundo recheado por telas touchscreen, celulares com comando de voz, videogames sem joystick e multi-aparelhos com multi-tarefas.

Nesse contexto mutável, as marcas passam por dificuldade por não entenderem quem são e o que querem os consumidores infantis.

Segundo a pesquisa “Infância Influente”, realizada pela TNS Global, com foco em crianças de seis a 11 anos, o objetivo das empresas deve se concentrar na geração de experiências para criação de vínculos afetivos.

Ainda que os pequenos não entendam as mensagens com a mesma propriedade que os adultos, podem referenciar as marcas por meio de seriados, personagens e ídolos.

Nesse cenário, as empresas devem definitivamente entender que as crianças de hoje definirão os tipos de consumidores do futuro. As mudanças não serão rápidas, mas é preciso correr contra o tempo.

“A infância está mais tecnológica, mas crianças continuam sendo crianças: elas querem explorar, brincar, saciar curiosidades, experimentar. Ávidas, abertas e destemidas frente a novas possibilidades, absorvem informações mais rápido”, diz Alexandre Momma, responsável pela pesquisa.

Cinco tendências de consumo infantil
O entendimento das marcas em relação a quem são e o que desejam os consumidores infantis e que tipo de consumidores eles se tornarão, aponta para cinco tendências do mercado, segundo o estudo.

primeira delas é a compreensão que os pequenos têm do domínio da tecnologia: eles utilizarão cada vez mais, com mais facilidade, e absorverão mais rápido os aparatos tecnológicos naturalmente.

O segundo ponto é que as empresas precisam entender que as crianças não atuam apenas como receptoras de informação, mas também como emissores. “O poder social já é forte e será potencializado pelas redes sociais. Os pequenos opinam, repassam, influenciam e são influenciados”, explica.

Em terceiro lugar está a autosuficiência, quando buscam informações e elas devem estar disponíveis onde e como quiserem. “Dessa forma, os processos de compra e pontos de venda precisarão de um update quanto a preços, produtos e vendedores, por exemplo”.

A quarta tendência é o conteúdo espontâneo, que cresce não só em presença, mas em importância. Segundo o estudo, a mensagem da marca não pode entrar em dissonância com a mensagem sobre a marca.

A última tendência é quanto à participação. Em um cenário bastante ativo, os consumidores buscarão adequar o que consomem às suas necessidades e valorizarem produtos em que tenham voz, desde que o objetivo não seja apenas comercial.

Diálogo certo, vínculo criado
De forma quase natural, marcas como a Fiat e a Estrela são exemplos de sucesso quanto à tendência de diálogo com as crianças.

A montadora lançou o Uno Passeio e o Uno Elétrico, versões infantis do Uno. Já a Estrela relançou o jogo “Banco Imobiliário” trazendo como opção a forma de pagamento em cartão de crédito com a bandeira Mastercard.

Outras marcas também entraram no universo infantil: os jogadores podem comprar ações de mentirinha da Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea e Ipiranga.

“As marcas têm de oferecer formas de desenvolvimento e quem fizer parte desse momento começará a criar vínculos. É natural. Não é empurrar para o consumo, mas gerar experiências e benefícios para essas crianças. As marcas têm de ser preparar hoje para o que esse consumidor pode ser no futuro”, afirma Alexandre Momma.

A presença das marcas no dia a dia das crianças cria uma relação duradoura, por meio da geração de experiência. A partir de ações que criem uma espécie de parceria entre público infantil e a empresa, os resultados poderão ser positivos para ambos os lados. “A criança se diverte e futuramente resgatará as memórias, com uma origem no afeto pela marca”, completa Momma.

Depois de adultos, as memórias da infância também ganham continuidade e passam de geração para geração. Um case de sucesso é o seriado Chaves. Há 31 anos no ar pelo SBT, o programa mexicano é relembrado por pais, que compartilham com os filhos as trapalhadas dos personagens.

A criação do desenho do Chaves, em 2006, e a ativação do mesmo por meio do McLanche Feliz, do McDonald’s, em que as crianças ganhavam bonequinhos no kit, são exemplos de um sucesso que sempre se renova.

Outro exemplo é a Lego. Criada nos anos 1950 e febre nos anos 1980, a empresa caiu no esquecimento nos anos 2000, chegando a fechar fábricas e demitir mais de 3.500 funcionários. No Brasil, a marca fechou as portas em 2004 e voltou em 2006, após reestruturação mundial.

Entre as iniciativas que resgataram o sucesso da marca, estão ações de licenciamento que permitiram lançar peças temáticas, como do filme Star Wars e de super heróis, fazendo com que o brinquedo agradasse crianças e adultos.

“Conheço adultos com mais de 30 anos que colecionam Lego e vi esses dias uma cena que chamou atenção: uma criança com os ‘óculos canudo’ do Chaves na rua. Obviamente ela gosta do desenho, mas deve ter o fator influenciador dos pais. Nem sempre o seriado ou desenho são ótimos, mas se ele consegue resgatar experiências e sentimentos é o importante. Esse tipo de transporte que precisa acontecer e não está acontecendo”, pontua Momma.

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2Day lança primeiro empreendimento do Grupo Roncato em Gravataí

Em um encontro comercial com imobiliárias da cidade de Gravataí, no Hotel Intercity, realizado no início desta semana, realizamos o treinamento para comercialização do empreendimento Giardino Gravattá Park Residence.

O loteamento é o primeiro empreendimento do Grupo Roncato em Gravataí e foi apresentado pelo presidente do grupo, Vilson Roncato.

Na ocasião, nós da 2Day e a arquiteta responsável técnica do produto, Cleiraci Zanella, da AUP Arquitetura e Urbanismo, apresentamos às equipes os detalhes do empreendimento, materiais de comunicação e processos comerciais dessa oportunidade única na cidade.

O Giardino é um empreendimento de lotes, com apenas 45 unidades, localizado ao lado do Condomínio Paragem dos Verdes Campos e em frente à fábrica da GM de Gravataí.

A urbanização valoriza as áreas verdes preservadas no local, com quadras esportivas, playground e trilha ecológica em meio ao bosque.

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E-consumidor quer ser atendido publicamente, revela pesquisa

Consumidores preferem que as empresas respondam suas indagações em fóruns públicos ou em mídias sociais, ao invés de e-mails ou telefone, segundo um relatório divulgado pela Maritz Research.

Entre os entrevistados, 85% ficaram satisfeitos com o atendimento realizado publicamente, enquanto 27% ficaram “encantados”. Apenas 2% dos clientes afirmaram não ter gostado do serviço.

Enquanto isso, a receptividade não foi a mesma para o atendimento via telefone, e-mails e cartas. Entre aqueles que fizeram perguntas ou reclamações reservadamente, apenas 6% disseram estar encantados com a sua experiência nestes canais.

Consumidores com idades mais avançadas preferem ser atendidos através de canais reservados, enquanto os jovens são mais propensos a utilizar métodos públicos, com 33% dos inquiridos da faixa etária de 18-24 anos preferindo o atendimento em canais como mídias sociais e fóruns públicos, sendo o Facebook o site favorito dos consumidores.

O relatório também procurou descobrir a opinião dos consumidores sobre o uso de suas informações por empresas. A maioria dos entrevistados não está ciente da forma como as empresas conduzem seus dados. Entretanto, são favoráveis aos seguintes usos:

– Ajudar um cliente insatisfeito: 84% (de respostas favoráveis)

– Obter insights sobre o que as pessoas pensam sobre os produtos da empresa: 74%

– Compreender as mercadorias da concorrência: 70%

– Melhorar a presença virtual da marca: 70%

– Aprender o que um indivíduo pensa sobre os produtos da empresa: 68%

– Compreender o que um indivíduo pensa sobre os produtos da concorrência: 60%

 

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Construtoras se adaptam aos novos casais

O perfil do jovem casal mudou. E o seu primeiro apartamento é bem diferente do que foi o de seus pais. É o que aponta um levantamento realizado em São Paulo pela Folha.

Com a falta de espaço nas grandes metrópoles, o tempo escasso e o adiamento da chegada dos filhos em razão dos estudos e da carreira, quesitos como maior metragem e quantidade de quartos já não são tão importantes.

Segurança e bem estar, no entanto, tornaram-se fundamentais nos projetos das construtoras, em qualquer faixa econômica.

“Nosso conceito de apartamento está amparado nos novos modelos familiares, menos rígidos do que há algumas décadas, quando as pessoas se casavam aos 20 anos. Hoje, o casal vai morar junto, fazer uma experiência para ver se dá certo”, diz Luana Rizzi, diretora de marketing da Maxhaus. A construtora oferece apartamentos de 70 metros quadrados com paredes que podem ser erguidas conforme o desejo e a necessidade dos proprietários.

TENDÊNCIA

Para Ricardo Laham, diretor de incorporação da Brookfield, o mercado imobiliário não induz a demanda, mas reconhece a tendência que marca o comportamento da família e da sociedade.

“Os anseios hoje são outros. A mulher tem renda compatível com a do marido, e não só participa da escolha como toma decisões, permitindo-se colher os frutos de sua independência e de sua estabilidade econômica. Além disso, os jovens saem da casa dos pais mais tarde“, analisa o diretor.

Segundo Laham, a Brookfield tem investido nos “DINKs” (sigla para “dual income, no kids”), segmento de mercado formado por casais com dois rendimentos e sem filhos, que inclui casais homossexuais – grupo com alto percentual de renda e alvo de ofertas de luxo.

Em São Paulo há uma profusão de empreendimentos para esse público. “Em áreas como Vila Madalena, Panamby, Itaim e Berrini, por exemplo, procura-se estar bem localizado. Mas os jovens compradores também se importam com arquitetura, fachada e design“, diz Tatiana Kallas, diretora de incorporações da Kallas.

Seguindo o raciocínio, Luiz Felipe Carvalho, sócio-diretor da Idea Zarvos, escolheu a Vila Madalena para implantar um de seus empreendimentos de menor metragem, para casais ou “namoridos”. “Criamos uma linha chamada Pop, que quer dizer ‘prédio ótimo para’. São apartamentos mais caros, que levam em conta arquitetura e design.”

Além da localização e layout, serviços especiais também pesam na balança do público A/B. No recém-lançado Ca’d’Oro, da Brookfield, no Baixo Augusta, o concièrge fala três idiomas e pode organizar toda a vida do casal -de faxina básica e entrega de documentos a agendamentos de cabeleireiro, reservas em restaurantes, cuidados com o bicho de estimação e até organização de festas e viagens de aventura.

UM QUARTO PARA DOIS

Os lançamentos de um dormitório em São Paulo tiveram um crescimento de 54% em 2011 em comparação ao ano anterior, segundo balanço do mercado imobiliário realizado pelo Secovi (sindicato de habitação). No centro, os lançamentos desse tipo aumentaram 111%. Já na zona leste, o patamar subiu para 400%.

“Cerca de 70% de nossos imóveis são direcionados para jovens casais ou indivíduos que buscam o primeiro imóvel“, conta Eduardo Muszkat, diretor-executivo da construtora You,Inc.

“Em 2007, nós produzíamos mil unidades por ano. Para este ano, a expectativa é de 12 mil. Com a volta do crédito, agora a parcela cabe no bolso”, diz Ronaldo Cury, diretor de relações institucionais da construtora Cury.

Os índices de inadimplência também são os mais baixos em 20 anos. “Os casais que financiam seu primeiro imóvel e estão dentro da faixa do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) são criteriosos, têm formação superior e uma capacidade maior de avaliação”, analisa Flavio Prando, vice-presidente de habitação econômica do Secovi.

A internet também ajuda. “No conforto de casa, essa geração Y pode se informar, comparar e escolher o melhor“, diz Klaus Monteiro, diretor de vendas da Rossi.

A escolha, especialmente entre a classe C, está bastante ligada aos laços familiares. “O emprego, hoje, é muito volátil. Um dia eles podem estar trabalhando na zona norte, em outro, na zona sul, mas querem estar próximos da família, que costuma ajudar quando chegam os filhos”, conclui o presidente do Secovi.

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A cidade de Rio Grande vai ganhar em breve o primeiro empreendimento comercial de alto padrão e nós da 2Day fazemos parte dessa história!
A partir de um estudo de mercado identificamos a demanda e a Construtora Novelletto Roncato deu início ao projeto do Porto de Gale Business Center.
E o mais legal é que no evento de lançamento, realizado no início desta semana, já foi possível confirmar a altíssima procura por salas, conjuntos e meio andares, confirmando a demanda apontada pela nossa pesquisa. Muitos dos presentes já trataram de escolher a sua unidade.
Com estrutura comercial inédita na cidade, o Porto de Gale é composto de um boulevard de conveniências no térreo e 176 salas, localizado na rua General Neto com a Barão de Cotegipe.
A nossa expectativa é de que em 30 dias o empreendimento ultrapasse a marca de 80% das vendas.
O projeto, o primeiro comercial da Novelletto Roncato, possui VGV – Valor Geral de Venda – acima de R$ 30 milhões.
Vale lembrar que, além da pesquisa de mercado, também estamos trabalhando na gestão de lançamento de todos os projetos da Novelletto Roncato.
Conforme constatamos no lançamento do Porto de Gale, essa parceria tem tudo para ser um sucesso! Confira as fotos do evento:

A cidade de Rio Grande vai ganhar em breve o primeiro empreendimento comercial de alto padrão e nós da 2Day fazemos parte dessa história!

A partir de um estudo de mercado identificamos a demanda e a Construtora Novelletto Roncato deu início ao projeto do Porto de Gale Business Center.

E o mais legal é que no evento de lançamento, realizado no início desta semana, já foi possível confirmar a altíssima procura por salas, conjuntos e meio andares, confirmando a demanda apontada pela nossa pesquisa. Muitos dos presentes já trataram de escolher a sua unidade.

Com estrutura comercial inédita na cidade, o Porto de Gale é composto por um boulevard de conveniências no térreo e 176 salas, localizado na rua General Neto com a Barão de Cotegipe.

A nossa expectativa é de que em 30 dias o empreendimento ultrapasse a marca de 80% das vendas.

O projeto, o primeiro comercial da Novelletto Roncato, possui VGV – Valor Geral de Venda – acima de R$ 30 milhões.

Vale lembrar que, além da pesquisa de mercado, também estamos trabalhando na gestão de lançamento de todos os projetos da Novelletto Roncato.

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Casas inteligentes prometem conquistar o mercado imobiliário

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Os edifícios inteligentes já tem o seu lugar na agenda da arquitetura e da construção civil. Mas, e as casas, quando elas também começarão a ficar inteligentes?
Não há mais o que esperar, garante a engenheira Diane Cook, da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos.
Em um levantamento realizado para a revista Science, Diane fez um inventário de todas as tecnologias já desenvolvidas e que podem ser utilizadas para dar um pouco mais de inteligência às casas.
Muitas casas já possuem a maior parte do aparato mais complicado necessário para essas tecnologias: os sensores, que já vêm embutidos em fornos de microondas, aparelhos de TV e timers para ligar e desligar aparelhos eletrodomésticos.
O que falta é interligar tudo.
Essa é exatamente a especialidade da engenheira, que vem aplicando inteligência artificial em sistemas de automação residencial, uma tendência que deve suprir as necessidades de uma grande fatia do mercado imobiliário.
Seu laboratório atual é um conjunto de 18 apartamentos na cidade de Seattle, onde ela está testando um sistema de monitoramento de idosos que dispensa a presença física do acompanhante.
Os sensores espalhados pela casa alertam o cuidador, pela internet ou pelo celular, caso o morador tenha deixado de lado qualquer tarefa programada.
Isso inclui hora de acordar e dormir, horário das refeições, dos medicamentos e até se o vovô está deixando o banho para o outro dia.
Com a tendência mundial de envelhecimento da população, o cuidado aos idosos é visto como um dos mercados mais promissores para novas tecnologias.
Outras tecnologias já em testes incluem o agendamento de equipamentos como máquinas de lavar roupa e louça, secadoras, a manutenção da temperatura da água nos reservatórios e o alerta caso algum aparelho seja ligado ou desligado.
No lado da interação, a ideia é usar tecnologias como o Bluetooth e o WiFi para permitir a comunicação remota, sem precisar usar as mãos, de qualquer lugar da casa.
Será a era do “Skype em qualquer lugar,” diz Diane, o que, segundo ela, inclui câmeras espalhadas por todo lado. Assim será mais fácil monitorar os idosos e as crianças, uma necessidade atual de grande parte dos potenciais compradores de imóveis.

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Não há mais o que esperar, garante a engenheira Diane Cook, da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos.

Em um levantamento realizado para a revista Science, Diane fez um inventário de todas as tecnologias já desenvolvidas e que podem ser utilizadas para dar um pouco mais de inteligência às casas.

casa

Muitas casas já possuem a maior parte do aparato mais complicado necessário para essas tecnologias: os sensores, que já vêm embutidos em fornos de microondas, aparelhos de TV e timers para ligar e desligar aparelhos eletrodomésticos.

O que falta é interligar tudo.

Essa é exatamente a especialidade da engenheira, que vem aplicando inteligência artificial em sistemas de automação residencial, uma tendência que vem para suprir as necessidades de uma grande fatia do mercado imobiliário.

Seu laboratório atual é um conjunto de 18 apartamentos na cidade de Seattle, onde ela está testando um sistema de monitoramento de idosos que dispensa a presença física do acompanhante.

Os sensores espalhados pela casa alertam o cuidador, pela internet ou pelo celular, caso o morador tenha deixado de lado qualquer tarefa programada.

Isso inclui hora de acordar e dormir, horário das refeições, dos medicamentos e até se o vovô está deixando o banho para o outro dia.

Com a tendência mundial de envelhecimento da população, o cuidado aos idosos é visto como um dos mercados mais promissores para o segmento imobiliário.

Outras tecnologias já em testes incluem o agendamento de equipamentos como máquinas de lavar roupa e louça, secadoras, a manutenção da temperatura da água nos reservatórios e o alerta caso algum aparelho seja ligado ou desligado.

No lado da interação, a ideia é usar tecnologias como o Bluetooth e o WiFi para permitir a comunicação remota, sem precisar usar as mãos, de qualquer lugar da casa.

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