Marketing jurídico: um negócio a ser explorado no Brasil

Os escritórios de advocacia dispõem de menor flexibilidade no uso de ferramentas de marketing do que diversos outros ramos de atividade econômica e por isso acabam não investindo no setor.

Os números comprovam a tendência: no Brasil 63% dos escritórios de advocacia consultados não contam com profissional interno responsável pelo marketing, sendo que apenas 3% contam em seus quadros com cinco ou mais profissionais de marketing em tempo integral.

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Os dados são de um estudo internacional realizado pela Lexis Nexis e Martindale-Hubble em colaboração no Brasil com a consultoria Gonçalves & Gonçalves.

Entre os poucos respondentes que informaram seus percentuais, mais de dois terços (69%) indicaram investimentos em marketing de até 3% do faturamento anual, ressaltando que 10% sequer conhecem tal informação.

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A ausência de um quadro profissional interno ocupado integralmente com o marketing tem diversos reflexos práticos importantes.

Com a inexistência de processos formais de planejamento de marketing, por exemplo, chega-se facilmente ao descontrole de gastos, que tanto podem ser excessivos quanto insuficientes para realizar objetivos que sequer foram formalizados.

A pesquisa revela que apenas 28% dos escritórios contam com procedimentos formais para elaboração do orçamento de marketing.

A consequência inevitável é a terceirização da maior parte das tarefas de marketing, sendo que as tarefas mais frequentemente terceirizadas são as de comunicação: criação de materiais de divulgação (80%), manutenção de sites institucionais (65%), assessoria de imprensa (50%), criação de anúncios (40%) e organização de eventos (30%).

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Caçadores de imóveis: de olho na SUA propriedade

A grande procura por imóveis usados para comprar ou alugar fez surgir no mercado imobiliário uma nova figura: a dos corretores que saem à caça de imóveis, repetindo uma prática adotada anos atrás com carros usados.

Algumas imobiliárias de São Paulo criaram equipes especialmente para esta tarefa: as “house hunters”. Outra tática adotada é colocar carros na rua com placa anunciando o interesse por imóvel.

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De acordo com o levantamento do jornal O Estado de São Paulo, uma imobiliária com 17 filiais em São Paulo deixou de atender cerca de 300 clientes nos meses de janeiro e fevereiro porque não tinha imóveis adequados às necessidades dos clientes. Apartamento de dois dormitórios para locação, por exemplo, falta em todas as regiões.

Das práticas mais curiosas dos “caçadores de imóveis” está o envio de carta ao morador para sondar possibilidade de negócio. Os corretores costumam mandar cartas ao moradores de edifícios inteiros. O texto sucinto diz ao proprietário que há pessoas interessadas em comprar o imóvel e, caso haja interesse, pede para que entre em contato.

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Consequentemente, a escassez de imóveis usados para locação ou compra tem impacto nos preços: no mês passado, o preço médio do m² de apartamentos para compra subiu 1,5% em seis capitais do País e no Distrito Federal, segundo o Índice FipeZap de preços de imóveis anunciados na internet.

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Empresas de bens de consumo querem interação com o consumidor

Meios de manter um relacionamento direto com os consumidores. É isso o que buscam as empresas de bens de consumo de acordo com um recente estudo da EIU (Economist Intelligence Unit) em parceria com a Oracle Consumer Goods.

A pesquisa, que consultou a opinião de 221 executivos de organizações de todo o mundo, mostra que nos próximos 12 meses, as empresas deverão utilizar as mídias sociais para atividades de marketing que incluirão desde a promoção de produtos (74%), a obtenção de feedbacks dos consumidores (63%) e até mesmo o atendimento de seus clientes (62%).

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As mídias sociais também serão uma prioridade para aumentar a fidelidade dos consumidores nos próximos 12 meses, segundo apontam 74% dos CEOs consultados.

Já 17% deles declararam que as mídias sociais já são uma prioridade, e quase o dobro desse percentual (33%) afirmou que este será um dos principais temas nos próximos 12 meses.

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Mas, mesmo com tantas projeções de melhorias e com a crescente tendência de uso dos canais móveis e sociais, muitos entrevistados ainda acreditam que ainda são muito primários os esforços de e-commerce como iniciativas complementares, principalmente em relação aos atuais canais de varejo.

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Marketing: o que atrai e o que irrita o consumidor?

Quais as práticas de marketing que os consumidores não aguentam mais? E quais as que agradam? Um estudo realizado pela Pitney Bowes Software indica as atividades que mais aproximam as marcas das pessoas e as que atuam como um repelente.

Os entrevistados apontaram como ações irritantes enviar e-mails semanalmente (89%), seguido por pedidos aos clientes para oferecer suporte a uma empresa, fazer caridade ou preocupações éticas (84%).

Em terceiro lugar no ranking dos erros foi apontado o envio de ofertas de terceiros (83%). Já o incentivo à interação com outras pessoas por meio de uma comunidade online aparece na quarta posição (81%).

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Mas então, quais práticas adotar?

Cerca de 80% entrevistados veem com bons olhos a manutenção de um fórum de clientes com acompanhamento do SAC. Surpreendentemente, as pesquisas de satisfação foram indicadas como boa prática por 75% dos consumidores, enquanto que fazer uma oferta por mês e enviar pelos Correios foi a ação citada por 74%. Na internet, 59% dos consumidores apreciam personalizações tais como “Bem vindo”.

O estudo identificou ainda que os entrevistados querem que as empresas se interessem mais sobre as suas preocupações e desejos, além de reduzir bastante o número de comunicações.

O levantamento foi realizado na França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos.

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Apartamentos pequenos conquistam o mercado imobiliário

Nos últimos anos, o mercado imobiliário e a economia do País viveram uma união perfeita. A facilidade para a compra da casa própria, o crédito fácil e as baixas taxas de juros, acabaram concretizando os anseios dos consumidores e investidores. Nos anos passados, os imóveis de três e quartos dormitórios eram os mais procurados. Hoje, a procura por imóveis pequenos é muito mais intensa.

Cerca de sete mil unidades de um dormitório foram lançadas somente no ano passado. As justificativas para este fenômeno dos apartamentos pequenos são muitas, entre elas a redução do tamanho da família brasileira, o maior número de solteiros convictos, viúvos, casais com filhos adultos que venderam o imóvel grande e se mudaram para um menor.

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Os apartamentos amplos estão, cada vez mais, saindo de cena para dar espaço a empreendimentos Mixed-Use – edifícios que reúnem apartamentos, salas comerciais, hotéis, flats e centros comerciais.

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Há muitos brasileiros querendo abandonar o aluguel para realizar o sonho da casa própria. Segundo a Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC), em 2012 os brasileiros devem ter R$ 160 bilhões em crédito imobiliário para adquirir seu imóvel.

Google oferece sites gratuitos para pequenas empresas nos Estados Unidos

O Google lançou nos EUA um programa que apoia pequenas empresas com websites de graça por um ano. A companhia também dá domínio e hospedagem, além de um treinamento sobre como manter o negócio na internet e se conectar com os consumidores.

Um estudo realizado pelo Google mostrou que 97% dos norte-americanos procuram produtos e serviços na internet, mas apenas 38% dos pequenos empreendimentos estão online.

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O serviço é oferecido na Califórnia, Carolina do Norte, Michigan e Geórgia e a empresa beneficiada não precisa pagar nada nos primeiros 12 meses. Após um ano, a taxa será de US$ 2,00 por mês pelo domínio e US$ 4,99 por mês pelo serviço de hospedagem.

As empresas interessadas só precisam se cadastrar e já podem criar uma URL e customizar o site à vontade. O Google deve também oferecer seminários para ajudar o empreendedor na construção do site e relação com os consumidores.

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Número de locações cresce na capital paulista

O número de novos contratos de locação de imóveis residenciais cresceu 29% na cidade de São Paulo no ano passado, na comparação com 2010. É o que aponta a mais recente pesquisa da Lello, empresa líder em administração imobiliária no estado de São Paulo.

O estudo mostra que os imóveis mais procurados foram apartamentos de dois dormitórios situados próximos a estações de metrô. O valor médio das locações foi de R$ 1,8 mil, crescimento de 11,3% no valor do aluguel.

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Os bairros de Tatuapé e a Mooca tiveram procura de 16% dos novos contratos de locação em 2011. As áreas de Moema, Vila Mariana e Santana representaram 15% dos novos negócios. Perdizes e Pinheiros representaram 14% das novas locações, e a região dos Jardins, 10%.

Segundo a pesquisa da Lello Imóveis, o mercado de aluguéis deve manter este ritmo em 2012. A demanda por imóveis residenciais segue expressiva e o investimento na compra de imóveis para locação a terceiros é uma excelente oportunidade.

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Pesquisa aponta mercado de eventos em alta no Brasil

O fortalecimento de uma marca ou negócio a partir de eventos de lançamento ou ainda, de promoção de um produto estão se tornando pauta constante nos investimentos de empresas brasileiras.

De acordo com a pesquisa Impacto Econômico dos Eventos, encomendada pelo Instituto Alatur, o aumento neste tipo de serviço foi de 43% nas companhias brasileiras em 2011.

O marketing corporativo é um dos principais responsáveis pelo acréscimo deste número, o que traria resultados profissionais positivos a curto e médio prazo. Segundo o estudo, as empresas tendem a realizar eventos próprios, como convenções, lançamentos de produtos e patrocínio de shows.

São feitos, em média, 18 eventos pequenos (de dez a 50 pessoas) durante o ano, por empresa. Já as ações de médio porte (51 a 250 pessoas) sobem para 19 nas empresas e os grandes eventos (para mais de 250 pessoas) chegam a 12 anuais.

A maioria dos investimentos no mercado de eventos é para:

* 42% em Exposições, salões e estande em feiras;

* 40% em Confraternizações;

* 33% em Treinamentos/Workshops

A pesquisa revelou ainda, que, durante o ano passado, foram gastos, em média, R$ 2,4 milhões por empresa com eventos diversos.

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Mais da metade dos consumidores brasileiros procuram imóveis pelas redes sociais

A internet é realmente a divisora de águas para o setor comercial: pesquisa realizada pela Lopes aponta que 64% das pessoas que buscam imóveis utilizam as redes sociais para trocar e obter informações. A entrevista foi feita com 1.193 consumidores e mostrou uma relação direta de aumento entre o público mais jovem, maioria dos que fazem a busca web.

Confira as faixas etárias de quem utiliza as redes sociais para procurar imóveis:

– 31% dos usuários de internet entre 50 a 74 anos;
– 55% dos usuários de internet entre 35 a 49 anos;
– 72% dos usuários de internet entre 18 a 34 anos;

O estudo mostrou ainda que há uma relação inversamente proporcional entre o uso de redes sociais e os aspectos demográficos:

– 71% dos usuários de mídias sociais, são clientes com renda familiar mensal até R$ 6,9 mil;
– 27% dos usuários de mídiaas sociais, são clientes com renda familiar a partir de R$ 30 mil.

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Conheça as marcas bancárias mais valiosas do mundo

Saber onde está o nosso dinheiro também é sinônimo de valor agregado às marcas. Assim, a BrandFinance publicou um ranking com os 500 marcas bancárias mais valiosas do mundo. A excelente notícia é que a lista inclui cinco bancos brasileiros!



O HSBC, grande campeão mundial, está consolidado no topo da lista de 2012 com um total de US$ 27,59 bilhões. Os nacionais entre as 500 marcas bancárias mais valiosas são:

9º lugar: Bradesco – US$ 15,59 bilhões;

13º lugar: Itaú – US$ 13,17 bilhões;

26º lugar: Banco do Brasil – US$ 7,26 bilhões;

251º lugar: Banrisul – US$ 346 milhões;

333º lugar: Banco do Nordeste – US$ 219 milhões


Confira as dez marcas mais valiosas no mundo todo:

1. HSBC: US$ 27,59 bilhões

2. Wells Fargo: US$ 23,23 bilhões

3. Bank of America: US$ 22,9 bilhões

4. Santander: US$ 19,97 bilhões

5. Chase: US$ 18,96 bilhões

6. Citibank: US$ 18,64 bilhões

7. American Express: US$ 18,23 bilhões

8. BNP Paribas: US$ 16,8 bilhões

9. Bradesco: 15,69 bilhões

10. China Construction Bank: US$ 15,46 bilhões

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