A arte de gerir novas marcas

Como a maioria das pessoas deve saber, o mercado atual está muito mais complexo que há uns 5 anos atrás, por exemplo. É preciso ter domínio do seu público alvo, das atividades online, dos tipos de marketing, das formas de se levar a mensagem correta até seu cliente… enfim, uma gama enorme de estratégias para se alcançar o sucesso. E fazer isso com duas marcas que se juntam, formando uma “nova” marca é tarefa mais difícil ainda.

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Inovação, boa dose de estratégias de marketing, pesquisa de mercado para levantar a opinião de clientes e fornecedores a respeito de cada empresa, e do que se espera do resultado de duas marcas que se uniram, são algumas ações que devem receber atenção. É o que dizem especialistas na área de gestão de marcas e de publicidade, responsáveis muitas vezes por criar conceitos novos e apresentar depois ao mercado o resultado do que surge a partir de um novo produto ou uma nova marca.

Por trás desse jogo de interesses, algumas ações devem envolver o negócio e chamar a atenção dos executivos que lideram as grandes negociações de compra e venda de empresas – independentemente de a qual setor elas pertençam. Quem pensa que só advogados são acionados para resolver questões no momento de compra e venda de empresa se engana. É claro que cabe a eles estar no começo do negócio, no apoio às decisões com acompanhamento jurídico. Mas, por outro lado, quem está por trás, atuando nos bastidores, e quem tem de apresentar resultados quando a conversa já está encaminhada e é formatada a nova diretoria -no caso de uma fusão ou aquisição- são as empresas de gestão de marca, também conhecidas como agências de consultoria de branding.

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Elas têm sentido uma demanda maior por conta de uma economia estável e veem aumento do número de orçamentos entre empresas de vários segmentos, fora do lugar-comum do varejo e da indústria – ávidas consumidoras de serviços de análise de marca.

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Agora, a preocupação com a imagem está tão em voga que até mesmo empresas de setores como o agronegócio e a área de tecnologia e telecomunicações, que até então compravam menos esse tipo de serviço, começam a ver na análise de branding ótimas alternativas antes de lançar um produto ou anunciar um serviço. Para quem não tem experiência nisso, um dos caminhos é analisar a estratégia de algumas empresas bem sucedidas, e se inspirar.