Imóveis que consomem pouca energia terão selo de certificação

Edifícios que consomem pouca energia começaram a receber uma identificação especial, o que pode representar um ganho na valorização do imóvel.

Há quase 20 anos o selo ajuda muita gente a levar para casa produtos que consomem menos energia. Quanto mais próximo da letra A, mais eficiência e maior economia.

Agora a etiqueta tem novas aplicações: ela também está sendo usada para medir o consumo de energia de edifícios comerciais, residenciais ou órgãos públicos.

Para obter a certificação é preciso seguir algumas exigências que asseguram uma economia de até 50% na conta de luz.

A fachada do prédio deve ajudar a manter a temperatura amena do lado de dentro. Usar com inteligência a luz do sol e lâmpadas econômicas contam preciosos pontos.

Ventilação natural é importante, e aparelhos de ar-condicionado devem ser eficientes, com selo Procel.

“À medida que existem prédios etiquetados e prédios não etiquetados, as pessoas que vão aprender a usar essa informação vão dar preferência a esse instrumento, a essa informação nova”, explica Marcos André Borges, coordenador do programa de etiquetagem do Inmetro.

De acordo com a reportagem exibida no Jornal Nacional, 22 edificações receberam a nova etiqueta em todo o país.

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Mercado de luxo brasileiro atrai o olhar de marcas internacionais

Pela primeira vez, o Brasil desponta como potencial mercado de luxo no mundo. Marcas nacionais e internacionais vêm investindo em lojas físicas no país de olho no crescimento econômico.

A expectativa, segundo dados do Fundo Monetário Internacional, é que o Brasil se torne a quinta maior economia do mundo, à frente da França e da Alemanha.

Segundo o estudo Brazil Market, coordenado pela agência Voltage em parceria com a inglesa The Future Laboratory, o crescimento econômico brasileiro atingiu a marca de 7,5% em 2010 e, até agora, já chegou a 3,5%, ultrapassando o Reino Unido.

O Brasil conta atualmente com 50 bilionários e cerca de 155 mil milionários. E esse aumento na renda vem movimentando o mercado de luxo.

 

Entendimento do consumidor

O bom desempenho das marcas no Brasil, no entanto, depende do entendimento de que o consumidor brasileiro é diferente do de mercados mais amadurecidos. O mercado de luxo brasileiro aponta características próprias diferentes de outros países e que devem ser observadas pelas marcas.

Enquanto nos Estados Unidos e Europa esse público está mais interessado em valores ligados a heranças ou questões históricas ou de arte, no Brasil, o interesse maior está ligado ao status e à ostentação.

“O grande erro que muitas marcas cometem quando vêm para o Brasil é não observar essa diferença. O brasileiro busca mais esse brilho, o prestígio. São tipos diferentes de luxo, mas o que posso dizer é que esse mercado no Brasil ainda tem muito para crescer”, explica Paulo Al-Assal, Diretor-Geral da Voltage e especialista em tendências, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mesmo com o aumento da renda, estudos apontam para o surgimento de um consumidor mais consciente, preocupado com sustentabilidade.

Uma análise em parceria com a Bridge Research mostra que o brasileiro busca valores humanos nas marcas e tem a expectativa de construir um relacionamento pautado pela transparência, honestidade, integridade, respeito e ética.

Essa consciência, no entanto, é diferente para o consumidor de alto padrão. “Com relação ao mercado de luxo, essa consciência ainda é diferente. As pessoas ainda não pensam muito na sustentabilidade, infelizmente. O brasileiro ainda está mais preocupado com o consumo”, completa Paulo Al-Assal.

 

Marcas trazem lojas para o Brasil

Ainda de acordo com o estudo, nos próximos anos, não haverá uma marca de luxo que não tenha uma loja no Brasil.

A marca de acessórios Coach, por exemplo, tem planos de abrir, em 2012, sete lojas no país e prevê, com a iniciativa, um crescimento anual de 20%. Embora o Brasil tenha taxas de importação elevadas, as marcas internacionais estão dispostas a investir.

As vendas anuais da Tommy Hilfiger no Brasil, por exemplo, são de cerca de US$ 320 milhões, as mais elevadas entre todos os países latinoamericanos.

Os brasileiros gostam de consumir marcas que são ícones internacionais. Cerca de 75% do consumo de bens de luxo é feito por mulheres que compram perfumes, cosméticos, roupas, acessórios e jóias.

Em contrapartida, a “Geração Y”, de acordo com a pesquisa, passa a associar o consumismo com algo que deve ser evitado.

“A marca Osklen está atenta a essa nova demanda e tem desenvolvido um trabalho com os povos da Amazônia, criando seda orgânica e outros tecidos naturais. Ou seja, está reinventando o conceito de luxo”, analisa Paulo Al-Assal.

*Com informações do Mundo do Marketing.

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Por que as marcas não entendem os consumidores infantis?

A maioria das crianças hoje já nasce inserida em um mundo recheado por telas touchscreen, celulares com comando de voz, videogames sem joystick e multi-aparelhos com multi-tarefas.

Nesse contexto mutável, as marcas passam por dificuldade por não entenderem quem são e o que querem os consumidores infantis.

Segundo a pesquisa “Infância Influente”, realizada pela TNS Global, com foco em crianças de seis a 11 anos, o objetivo das empresas deve se concentrar na geração de experiências para criação de vínculos afetivos.

Ainda que os pequenos não entendam as mensagens com a mesma propriedade que os adultos, podem referenciar as marcas por meio de seriados, personagens e ídolos.

Nesse cenário, as empresas devem definitivamente entender que as crianças de hoje definirão os tipos de consumidores do futuro. As mudanças não serão rápidas, mas é preciso correr contra o tempo.

“A infância está mais tecnológica, mas crianças continuam sendo crianças: elas querem explorar, brincar, saciar curiosidades, experimentar. Ávidas, abertas e destemidas frente a novas possibilidades, absorvem informações mais rápido”, diz Alexandre Momma, responsável pela pesquisa.

Cinco tendências de consumo infantil
O entendimento das marcas em relação a quem são e o que desejam os consumidores infantis e que tipo de consumidores eles se tornarão, aponta para cinco tendências do mercado, segundo o estudo.

primeira delas é a compreensão que os pequenos têm do domínio da tecnologia: eles utilizarão cada vez mais, com mais facilidade, e absorverão mais rápido os aparatos tecnológicos naturalmente.

O segundo ponto é que as empresas precisam entender que as crianças não atuam apenas como receptoras de informação, mas também como emissores. “O poder social já é forte e será potencializado pelas redes sociais. Os pequenos opinam, repassam, influenciam e são influenciados”, explica.

Em terceiro lugar está a autosuficiência, quando buscam informações e elas devem estar disponíveis onde e como quiserem. “Dessa forma, os processos de compra e pontos de venda precisarão de um update quanto a preços, produtos e vendedores, por exemplo”.

A quarta tendência é o conteúdo espontâneo, que cresce não só em presença, mas em importância. Segundo o estudo, a mensagem da marca não pode entrar em dissonância com a mensagem sobre a marca.

A última tendência é quanto à participação. Em um cenário bastante ativo, os consumidores buscarão adequar o que consomem às suas necessidades e valorizarem produtos em que tenham voz, desde que o objetivo não seja apenas comercial.

Diálogo certo, vínculo criado
De forma quase natural, marcas como a Fiat e a Estrela são exemplos de sucesso quanto à tendência de diálogo com as crianças.

A montadora lançou o Uno Passeio e o Uno Elétrico, versões infantis do Uno. Já a Estrela relançou o jogo “Banco Imobiliário” trazendo como opção a forma de pagamento em cartão de crédito com a bandeira Mastercard.

Outras marcas também entraram no universo infantil: os jogadores podem comprar ações de mentirinha da Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea e Ipiranga.

“As marcas têm de oferecer formas de desenvolvimento e quem fizer parte desse momento começará a criar vínculos. É natural. Não é empurrar para o consumo, mas gerar experiências e benefícios para essas crianças. As marcas têm de ser preparar hoje para o que esse consumidor pode ser no futuro”, afirma Alexandre Momma.

A presença das marcas no dia a dia das crianças cria uma relação duradoura, por meio da geração de experiência. A partir de ações que criem uma espécie de parceria entre público infantil e a empresa, os resultados poderão ser positivos para ambos os lados. “A criança se diverte e futuramente resgatará as memórias, com uma origem no afeto pela marca”, completa Momma.

Depois de adultos, as memórias da infância também ganham continuidade e passam de geração para geração. Um case de sucesso é o seriado Chaves. Há 31 anos no ar pelo SBT, o programa mexicano é relembrado por pais, que compartilham com os filhos as trapalhadas dos personagens.

A criação do desenho do Chaves, em 2006, e a ativação do mesmo por meio do McLanche Feliz, do McDonald’s, em que as crianças ganhavam bonequinhos no kit, são exemplos de um sucesso que sempre se renova.

Outro exemplo é a Lego. Criada nos anos 1950 e febre nos anos 1980, a empresa caiu no esquecimento nos anos 2000, chegando a fechar fábricas e demitir mais de 3.500 funcionários. No Brasil, a marca fechou as portas em 2004 e voltou em 2006, após reestruturação mundial.

Entre as iniciativas que resgataram o sucesso da marca, estão ações de licenciamento que permitiram lançar peças temáticas, como do filme Star Wars e de super heróis, fazendo com que o brinquedo agradasse crianças e adultos.

“Conheço adultos com mais de 30 anos que colecionam Lego e vi esses dias uma cena que chamou atenção: uma criança com os ‘óculos canudo’ do Chaves na rua. Obviamente ela gosta do desenho, mas deve ter o fator influenciador dos pais. Nem sempre o seriado ou desenho são ótimos, mas se ele consegue resgatar experiências e sentimentos é o importante. Esse tipo de transporte que precisa acontecer e não está acontecendo”, pontua Momma.

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Lembra que falamos aqui que a 2Day realizou a apresentação do primeiro empreendimento do Grupo Roncato em Gravataí?

Pois o lançamento foi matéria nas publicações do Grupo CG em Cachoeirinha e Gravataí, consideradas as mais lidas da região.

Confira abaixo os destaques no Correio de Gravataí e no Diário de Cachoeirinha:

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2Day analisa o mercado imobiliário no ImóvelClass TV

Desde 2000, data do penúltimo censo, a população de Rio Grande cresceu quase 6%, ou seja, 14% a mais do que o crescimento da população geral do Estado.

Segundo dados da prefeitura de Rio Grande, o PIB da cidade foi mais de 40% superior ao aumento do PIB gaúcho.

A cidade alcançou o posto de 4ª economia municipal do Estado e a expectativa é que em menos de 10 anos fique atrás apenas da capital gaúcha em importância econômica.

Para analisar como isso aconteceu e que mudanças gerou no mercado econômico e imobiliário de Rio Grande e do sul do Estado, a nossa sócia diretora, Patrícia Longhi, foi a convidada do programa ImóvelClass TV.

Confira no vídeo a entrevista na íntegra sobre oportunidades do mercado imobiliário para a metade sul do RS.

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Em um encontro comercial com imobiliárias da cidade de Gravataí, no Hotel Intercity, realizado no início desta semana, realizamos o treinamento para comercialização do empreendimento Giardino Gravattá Park Residence.

O loteamento é o primeiro empreendimento do Grupo Roncato em Gravataí e foi apresentado pelo presidente do grupo, Vilson Roncato.

Na ocasião, nós da 2Day e a arquiteta responsável técnica do produto, Cleiraci Zanella, da AUP Arquitetura e Urbanismo, apresentamos às equipes os detalhes do empreendimento, materiais de comunicação e processos comerciais dessa oportunidade única na cidade.

O Giardino é um empreendimento de lotes, com apenas 45 unidades, localizado ao lado do Condomínio Paragem dos Verdes Campos e em frente à fábrica da GM de Gravataí.

A urbanização valoriza as áreas verdes preservadas no local, com quadras esportivas, playground e trilha ecológica em meio ao bosque.

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Prédio para sobreviver ao apocalipse já tem quase todas as unidades vendidas

Um condomínio de luxo com piscina aquecida. Esse certamente não é o cenário que a maioria das pessoas imagina para o dia do fim do mundo.

Pois bem, se você estiver disposto a desembolsar R$ 3,65 milhões  a little more action please por um dos apartamentos do Survival Condo, essa cena um tanto quanto bizarra pode se tornar realidade.

O prédio subterrâneo está sendo construído sobre um antigo depósito de mísseis no Kansas, nos Estados Unidos. Segundo os idealizadores do projeto, a estrutura é capaz de resistir a tudo: desde ataques terroristas e pandemias a erupções solares.

Até agora, o Survival Condo já possui quatro futuros moradores, que desembolsaram um total de R$ 12,7 milhões com a esperança de ter para onde fugir no dia do apocalipse.

Como abrigava mísseis no passado, a estrutura foi construída para suportar uma explosão atômica. As paredes de concreto possuem nove metros de espessura e 53 metros abaixo da terra.

O condomínio de sete andares está sendo construído logo acima do eixo onde o projétil ficava. Além da proteção, o Survival Condo contará também com uma piscina aquecida, uma biblioteca e um movie theater.

Cada apartamento está a venda por R$ 3,65 milhões. Três unidades e meia já foram vendidas e dois contratos de compra estão pendentes. Apenas dois apartamentos inteiros estão disponíveis.

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