E-consumidor quer ser atendido publicamente, revela pesquisa

Consumidores preferem que as empresas respondam suas indagações em fóruns públicos ou em mídias sociais, ao invés de e-mails ou telefone, segundo um relatório divulgado pela Maritz Research.

Entre os entrevistados, 85% ficaram satisfeitos com o atendimento realizado publicamente, enquanto 27% ficaram “encantados”. Apenas 2% dos clientes afirmaram não ter gostado do serviço.

Enquanto isso, a receptividade não foi a mesma para o atendimento via telefone, e-mails e cartas. Entre aqueles que fizeram perguntas ou reclamações reservadamente, apenas 6% disseram estar encantados com a sua experiência nestes canais.

Consumidores com idades mais avançadas preferem ser atendidos através de canais reservados, enquanto os jovens são mais propensos a utilizar métodos públicos, com 33% dos inquiridos da faixa etária de 18-24 anos preferindo o atendimento em canais como mídias sociais e fóruns públicos, sendo o Facebook o site favorito dos consumidores.

O relatório também procurou descobrir a opinião dos consumidores sobre o uso de suas informações por empresas. A maioria dos entrevistados não está ciente da forma como as empresas conduzem seus dados. Entretanto, são favoráveis aos seguintes usos:

– Ajudar um cliente insatisfeito: 84% (de respostas favoráveis)

– Obter insights sobre o que as pessoas pensam sobre os produtos da empresa: 74%

– Compreender as mercadorias da concorrência: 70%

– Melhorar a presença virtual da marca: 70%

– Aprender o que um indivíduo pensa sobre os produtos da empresa: 68%

– Compreender o que um indivíduo pensa sobre os produtos da concorrência: 60%

 

Posts relacionados:

>>> Shoppings se adaptam para atrair atenção dos consumidores

>>> Pesquisa aponta crescimento em casas com apenas um morador

>>> O que o consumidor da terceira idade quer?

Shoppings se adaptam para atrair atenção dos consumidores

Se antes o hábito de ir aos shopping centers no Brasil se restringia a uma visita rápida, com foco na compra de produtos, hoje o consumidor busca entretenimento, aliado com opções de alimentação e serviços cada vez mais especializados.

Para receber os 11 milhões de brasileiros que frequentam diariamente os centros de compras, segundo pesquisa “Perfil dos Clientes de Shopping Center – 2012”, do Ibope Inteligência, os grupos ampliam as possibilidades de atração.

Enquanto 40% vão aos espaços para fazerem compras, 60% têm frequentado o shopping para comer (15%), passear (14%), utilizar serviços (10%), pagar contas (5%) e usar caixas eletrônicos (5%), além de ir ao cinema, ver vitrines e encontrar pessoas, motivos que, juntos, representam 11% das intenções de idas ao shopping.

A alteração no perfil do consumidor é vista até mesmo na localização das lojas e dos serviços, com centrais de informação, mapas e placas.

Os dados da pesquisa demonstram ainda que os clientes de shopping no Brasil são prioritariamente da classe AB (73%) e possuem uma renda média de R$ 6.550.

O perfil traçado  apresenta a maioria sendo de mulheres, com 53%, contra 47% de homens.

Quando o assunto é faixa etária, os jovens de 17 a 24 anos aparecem em primeiro lugar entre os clientes mais assíduos, com 30%. A taxa de frequência é alta: mais da metade dos entrevistados (55%) vão semanalmente aos locais, passando em média 1h25, enquanto 17% visitam os shoppings a cada 15 dias.

O desafio dos estacionamentos

Visto mais como problema do que solução para os consumidores, os estacionamentos ainda causam dor de cabeça. A pesquisa do Ibope Inteligência que traçou o perfil dos clientes dos shopping centers constatou que o veículo particular é, disparado, o principal meio de locomoção utilizado no Brasil para ir aos locais de compra.

 

Enquanto o carro próprio é usado por 61% dos consumidores, as opções de ir a pé ou utilizar o transporte público ficam empatadas com 18% e, outros meios, com 3%. O índice elevado de veículos explica boa parte da falta de vagas ou pequenos congestionamentos rotineiros enfrentados por clientes dos estabelecimentos.

E-commerce: mocinho ou vilão?

Outro desafio para os shoppings é a expansão e o amadurecimento do comércio eletrônico no Brasil, que alcançou um faturamento de R$ 18,7 bilhões em 2011 e 31,7 milhões de consumidores, de acordo com dados da e-bit.

Os números representam um crescimento de 26% em relação a 2010 no faturamento e 37% em relação aos clientes. Mesmo que esteja longe dos R$ 108 bilhões movimentados pelo setor de shopping centers, o e-commerce divide opiniões e já começa a incomodar alguns dos grandes grupos do país.

Posts relacionados:

>>> Mercado imobiliário tem novas expectativas com classe média

>>> Pesquisa aponta crescimento em casas com apenas um morador

>>> O que o consumidor da terceira idade quer?

Conferência Marketing Imobiliário: segundo dia teve 2Day e case “Luíza no Canadá”

Por Patrícia Longhi*

Ontem foi meu dia de palestrar no 7º Encontro Marketing Imobiliário em SP.

Compartilhei com o grupo, formado principalmente por incorporadores de diversas cidades do Brasil, como o processo ou cultura de inteligência de mercado pode ajudar na inovação de produtos e melhoria na performance das vendas.

Da compra do terreno à fase do estoque, detalhei ferramentas ou ações que podem ajudar nas diferentes fases de um lançamento imobiliário.

Em relação às demais palestras do dia, gostei da apresentação do Santander, que didaticamente explicou ao grupo o que é ou não efetivamente preocupante no processo de crédito imobiliário no médio prazo no Brasil.

Também foi muito legal a palestra dos colegas da Data Popular, que falaram sobre comportamentos de compra da classe C.

Mas o destaque do segundo dia do encontro ficou com o publicitário Alberto Arcela, da Cena Oficina de Propaganda, que apresentou o case de marketing viral “Menos a Luíza, que está no Canada”.

Para quem não lembra (se é que isto é possível), o case imobiliário foi um dos maiores cases de marketing viral da história. O lançamento era de um projeto de alto padrão, em João Pessoa.

A lição que fica é que, muitas vezes, a espontaneidade e ineditismo, que teimamos em reprovar nas campanhas, poderiam ter mais poder de convencimento e repercussão.

Por hoje é só, pessoal. Volto ainda esta esta semana com as novidades do último dia da Conferência Marketing Imobiliário.

* Patrícia Longhi é sócia-diretora da 2Day e apresentou na Conferência Marketing Imobiliário a palestra “A Importância da Inteligência e Pesquisa de Mercado no Marketing Imobiliário”.

Posts relacionados:

>>> 2Day na 7ª Conferência Marketing Imobiliário

>>> Criado pela 2Day, Guia Econômico do Grupo Sinos chega às bancas

>>> Pesquisa de Mercado da 2Day dá origem a primeiro empreendimento comercial de alto padrão de Rio Grande

2Day na Conferência Marketing Imobiliário: confira as novidades do primeiro dia

Por Patrícia Longhi*

Estou aqui em SP no 7º encontro de marketing imobiliário. Amanhã é minha vez de dar uma palestra focada no nosso segmento, inteligência de mercado. Mas, compartilho aqui com vocês um pouco do workshop desta manhã, que me agradou bastante.

Paulo Angelim, sócio-diretor da Viva Imoveis, do Ceará, mostrou ao mercado de incorporadores presentes a verdade nua e crua do “outro lado da mesa”: como funciona a mente e o coração do corretor/proprietário de imobiliária em todo processo comercial.

O executivo argumentou com muita propriedade a verdadeira relação comercial de troca e ganhos que precisa existir entre o incorporador e a imobiliária.

Paulo repassou sob seu ponto de vista, o passo a passo para concepção de um produto que vende. Começou defendendo inteligência de mercado no processo (adoramos, claro!), reforçou a necessidade de projetos inovadores com times de arquitetos diferenciados, argumentou o poder de campanhas bem posicionadas, estratégias de lançamento e promoções criativas e bem orquestradas e a importância da precificação correta do produto antes do lançamento.

Foi um workshop gostoso e bem apropriado com reflexões e dicas importantes sob a ótica do parceiro de vendas para temas diversos como campanhas de incentivo, política comercial no pdv (house X demais) e táticas orientadas para diferenciação em uma época que, segundo Paulo, temos que correr mais para ficar no mesmo lugar!

Amanhã escrevo com mais novidades do evento para o segmento imobiliário.

* Patrícia Longhi é sócia-diretora da 2Day e apresenta amanhã, na Conferência Marketing Imobiliário, a palestra “A Importância da Inteligência e Pesquisa de Mercado no Marketing Imobiliário”.

Posts relacionados:

>>> 2Day na 7ª Conferência Marketing Imobiliário

>>> Criado pela 2Day, Guia Econômico do Grupo Sinos chega às bancas

>>> Pesquisa de Mercado da 2Day dá origem a primeiro empreendimento comercial de alto padrão de Rio Grande

Construtoras se adaptam aos novos casais

O perfil do jovem casal mudou. E o seu primeiro apartamento é bem diferente do que foi o de seus pais. É o que aponta um levantamento realizado em São Paulo pela Folha.

Com a falta de espaço nas grandes metrópoles, o tempo escasso e o adiamento da chegada dos filhos em razão dos estudos e da carreira, quesitos como maior metragem e quantidade de quartos já não são tão importantes.

Segurança e bem estar, no entanto, tornaram-se fundamentais nos projetos das construtoras, em qualquer faixa econômica.

“Nosso conceito de apartamento está amparado nos novos modelos familiares, menos rígidos do que há algumas décadas, quando as pessoas se casavam aos 20 anos. Hoje, o casal vai morar junto, fazer uma experiência para ver se dá certo”, diz Luana Rizzi, diretora de marketing da Maxhaus. A construtora oferece apartamentos de 70 metros quadrados com paredes que podem ser erguidas conforme o desejo e a necessidade dos proprietários.

TENDÊNCIA

Para Ricardo Laham, diretor de incorporação da Brookfield, o mercado imobiliário não induz a demanda, mas reconhece a tendência que marca o comportamento da família e da sociedade.

“Os anseios hoje são outros. A mulher tem renda compatível com a do marido, e não só participa da escolha como toma decisões, permitindo-se colher os frutos de sua independência e de sua estabilidade econômica. Além disso, os jovens saem da casa dos pais mais tarde“, analisa o diretor.

Segundo Laham, a Brookfield tem investido nos “DINKs” (sigla para “dual income, no kids”), segmento de mercado formado por casais com dois rendimentos e sem filhos, que inclui casais homossexuais – grupo com alto percentual de renda e alvo de ofertas de luxo.

Em São Paulo há uma profusão de empreendimentos para esse público. “Em áreas como Vila Madalena, Panamby, Itaim e Berrini, por exemplo, procura-se estar bem localizado. Mas os jovens compradores também se importam com arquitetura, fachada e design“, diz Tatiana Kallas, diretora de incorporações da Kallas.

Seguindo o raciocínio, Luiz Felipe Carvalho, sócio-diretor da Idea Zarvos, escolheu a Vila Madalena para implantar um de seus empreendimentos de menor metragem, para casais ou “namoridos”. “Criamos uma linha chamada Pop, que quer dizer ‘prédio ótimo para’. São apartamentos mais caros, que levam em conta arquitetura e design.”

Além da localização e layout, serviços especiais também pesam na balança do público A/B. No recém-lançado Ca’d’Oro, da Brookfield, no Baixo Augusta, o concièrge fala três idiomas e pode organizar toda a vida do casal -de faxina básica e entrega de documentos a agendamentos de cabeleireiro, reservas em restaurantes, cuidados com o bicho de estimação e até organização de festas e viagens de aventura.

UM QUARTO PARA DOIS

Os lançamentos de um dormitório em São Paulo tiveram um crescimento de 54% em 2011 em comparação ao ano anterior, segundo balanço do mercado imobiliário realizado pelo Secovi (sindicato de habitação). No centro, os lançamentos desse tipo aumentaram 111%. Já na zona leste, o patamar subiu para 400%.

“Cerca de 70% de nossos imóveis são direcionados para jovens casais ou indivíduos que buscam o primeiro imóvel“, conta Eduardo Muszkat, diretor-executivo da construtora You,Inc.

“Em 2007, nós produzíamos mil unidades por ano. Para este ano, a expectativa é de 12 mil. Com a volta do crédito, agora a parcela cabe no bolso”, diz Ronaldo Cury, diretor de relações institucionais da construtora Cury.

Os índices de inadimplência também são os mais baixos em 20 anos. “Os casais que financiam seu primeiro imóvel e estão dentro da faixa do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) são criteriosos, têm formação superior e uma capacidade maior de avaliação”, analisa Flavio Prando, vice-presidente de habitação econômica do Secovi.

A internet também ajuda. “No conforto de casa, essa geração Y pode se informar, comparar e escolher o melhor“, diz Klaus Monteiro, diretor de vendas da Rossi.

A escolha, especialmente entre a classe C, está bastante ligada aos laços familiares. “O emprego, hoje, é muito volátil. Um dia eles podem estar trabalhando na zona norte, em outro, na zona sul, mas querem estar próximos da família, que costuma ajudar quando chegam os filhos”, conclui o presidente do Secovi.

Posts relacionados:

>>> 2Day na 7ª Conferência Marketing Imobiliário

>>> Bairro planejado de Chapecó conta com trabalho da 2Day

>>> Pesquisa de Mercado da 2Day dá origem a primeiro empreendimento comercial de alto padrão de Rio Grande

Criado pela 2Day, Guia Econômico do Grupo Sinos chega às bancas

Já falamos aqui sobre o Guia Econômico, produto que criamos para o Grupo Sinos em parceria com a Praetzel.

O produto reúne características e potencialidades de 60 municípios e disponibiliza informações que traçam o desenvolvimento da região na última década.

A boa notícia é que o Guia Econômico já está chegando às bancas.

Os dados foram coletados, selecionados, analisados e processados pela 2Day, e serão apresentados de duas formas: por municípios e pelos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) dos vales dos Sinos, do Caí e do Paranhana, da Encosta da Serra, Hortênsias e do Metropolitano do Delta do Jacuí.

Então corre lá para garantir logo o seu!

Posts relacionados:

>>> O que esperar do consumidor para o mercado em 2012

>>> Pesquisa de comportamento aponta que 92% dos brasileiros consomem moda

>>> 2Day cria Guia Econômico para o Grupo Sinos

Pesquisa de Mercado da 2Day dá origem a primeiro empreendimento comercial de alto padrão de Rio Grande

A cidade de Rio Grande vai ganhar em breve o primeiro empreendimento comercial de alto padrão e nós da 2Day fazemos parte dessa história!
A partir de um estudo de mercado identificamos a demanda e a Construtora Novelletto Roncato deu início ao projeto do Porto de Gale Business Center.
E o mais legal é que no evento de lançamento, realizado no início desta semana, já foi possível confirmar a altíssima procura por salas, conjuntos e meio andares, confirmando a demanda apontada pela nossa pesquisa. Muitos dos presentes já trataram de escolher a sua unidade.
Com estrutura comercial inédita na cidade, o Porto de Gale é composto de um boulevard de conveniências no térreo e 176 salas, localizado na rua General Neto com a Barão de Cotegipe.
A nossa expectativa é de que em 30 dias o empreendimento ultrapasse a marca de 80% das vendas.
O projeto, o primeiro comercial da Novelletto Roncato, possui VGV – Valor Geral de Venda – acima de R$ 30 milhões.
Vale lembrar que, além da pesquisa de mercado, também estamos trabalhando na gestão de lançamento de todos os projetos da Novelletto Roncato.
Conforme constatamos no lançamento do Porto de Gale, essa parceria tem tudo para ser um sucesso! Confira as fotos do evento:

A cidade de Rio Grande vai ganhar em breve o primeiro empreendimento comercial de alto padrão e nós da 2Day fazemos parte dessa história!

A partir de um estudo de mercado identificamos a demanda e a Construtora Novelletto Roncato deu início ao projeto do Porto de Gale Business Center.

E o mais legal é que no evento de lançamento, realizado no início desta semana, já foi possível confirmar a altíssima procura por salas, conjuntos e meio andares, confirmando a demanda apontada pela nossa pesquisa. Muitos dos presentes já trataram de escolher a sua unidade.

Com estrutura comercial inédita na cidade, o Porto de Gale é composto por um boulevard de conveniências no térreo e 176 salas, localizado na rua General Neto com a Barão de Cotegipe.

A nossa expectativa é de que em 30 dias o empreendimento ultrapasse a marca de 80% das vendas.

O projeto, o primeiro comercial da Novelletto Roncato, possui VGV – Valor Geral de Venda – acima de R$ 30 milhões.

Vale lembrar que, além da pesquisa de mercado, também estamos trabalhando na gestão de lançamento de todos os projetos da Novelletto Roncato.

Conforme constatamos no lançamento do Porto de Gale, essa parceria tem tudo para ser um sucesso! Confira as fotos do evento:

1122

Posts relacionados:

>>> 2Day na 7ª Conferência Marketing Imobiliário

>>> Bairro planejado de Chapecó conta com trabalho da 2Day

>>> Mercado imobiliário tem novas expectativas com classe média

Casas inteligentes prometem conquistar o mercado imobiliário

Casas inteligentes prometem conquistar o mercado imobiliário
Os edifícios inteligentes já tem o seu lugar na agenda da arquitetura e da construção civil. Mas, e as casas, quando elas também começarão a ficar inteligentes?
Não há mais o que esperar, garante a engenheira Diane Cook, da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos.
Em um levantamento realizado para a revista Science, Diane fez um inventário de todas as tecnologias já desenvolvidas e que podem ser utilizadas para dar um pouco mais de inteligência às casas.
Muitas casas já possuem a maior parte do aparato mais complicado necessário para essas tecnologias: os sensores, que já vêm embutidos em fornos de microondas, aparelhos de TV e timers para ligar e desligar aparelhos eletrodomésticos.
O que falta é interligar tudo.
Essa é exatamente a especialidade da engenheira, que vem aplicando inteligência artificial em sistemas de automação residencial, uma tendência que deve suprir as necessidades de uma grande fatia do mercado imobiliário.
Seu laboratório atual é um conjunto de 18 apartamentos na cidade de Seattle, onde ela está testando um sistema de monitoramento de idosos que dispensa a presença física do acompanhante.
Os sensores espalhados pela casa alertam o cuidador, pela internet ou pelo celular, caso o morador tenha deixado de lado qualquer tarefa programada.
Isso inclui hora de acordar e dormir, horário das refeições, dos medicamentos e até se o vovô está deixando o banho para o outro dia.
Com a tendência mundial de envelhecimento da população, o cuidado aos idosos é visto como um dos mercados mais promissores para novas tecnologias.
Outras tecnologias já em testes incluem o agendamento de equipamentos como máquinas de lavar roupa e louça, secadoras, a manutenção da temperatura da água nos reservatórios e o alerta caso algum aparelho seja ligado ou desligado.
No lado da interação, a ideia é usar tecnologias como o Bluetooth e o WiFi para permitir a comunicação remota, sem precisar usar as mãos, de qualquer lugar da casa.
Será a era do “Skype em qualquer lugar,” diz Diane, o que, segundo ela, inclui câmeras espalhadas por todo lado. Assim será mais fácil monitorar os idosos e as crianças, uma necessidade atual de grande parte dos potenciais compradores de imóveis.

Os edifícios inteligentes já tem o seu lugar na agenda da arquitetura e da construção civil. Mas, e as casas, quando elas também começarão a ficar inteligentes?

Não há mais o que esperar, garante a engenheira Diane Cook, da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos.

Em um levantamento realizado para a revista Science, Diane fez um inventário de todas as tecnologias já desenvolvidas e que podem ser utilizadas para dar um pouco mais de inteligência às casas.

casa

Muitas casas já possuem a maior parte do aparato mais complicado necessário para essas tecnologias: os sensores, que já vêm embutidos em fornos de microondas, aparelhos de TV e timers para ligar e desligar aparelhos eletrodomésticos.

O que falta é interligar tudo.

Essa é exatamente a especialidade da engenheira, que vem aplicando inteligência artificial em sistemas de automação residencial, uma tendência que vem para suprir as necessidades de uma grande fatia do mercado imobiliário.

Seu laboratório atual é um conjunto de 18 apartamentos na cidade de Seattle, onde ela está testando um sistema de monitoramento de idosos que dispensa a presença física do acompanhante.

Os sensores espalhados pela casa alertam o cuidador, pela internet ou pelo celular, caso o morador tenha deixado de lado qualquer tarefa programada.

Isso inclui hora de acordar e dormir, horário das refeições, dos medicamentos e até se o vovô está deixando o banho para o outro dia.

Com a tendência mundial de envelhecimento da população, o cuidado aos idosos é visto como um dos mercados mais promissores para o segmento imobiliário.

Outras tecnologias já em testes incluem o agendamento de equipamentos como máquinas de lavar roupa e louça, secadoras, a manutenção da temperatura da água nos reservatórios e o alerta caso algum aparelho seja ligado ou desligado.

No lado da interação, a ideia é usar tecnologias como o Bluetooth e o WiFi para permitir a comunicação remota, sem precisar usar as mãos, de qualquer lugar da casa.

Será a era do “Skype em qualquer lugar,” diz Diane, o que, segundo ela, inclui câmeras espalhadas por todo lado. Assim será mais fácil monitorar os idosos e as crianças, uma necessidade cada vez mais considerada na hora da compra do imóvel.

Posts relacionados:

>>> 2Day na 7ª Conferência Marketing Imobiliário

>>> Mercado imobiliário tem novas expectativas com classe média

>>> Pesquisa aponta crescimento em casas com apenas um morador

O que o consumidor da terceira idade quer?

O que o consumidor da terceira idade quer?
Os consumidores da terceira idade representam hoje 14% da população brasileira e são responsáveis por cerca de R$ 2,4 bilhões de renda própria. Mas o que eles buscam?
Uma pesquisa divulgada pela Quorum Brasil e realizada com homens e mulheres de 60 a 75 anos afirma que 58% dos entrevistados desejam viajar pelo país.
Entre os outros planos dos entrevistados, a pesquisa constatou que 33% desejam andar de moto, saltar de paraquedas, passear de balão, andar de lancha e pilotar de avião.
Os outros 9% tem planos de comprar um carro, uma casa na praia, uma casa no campo, encontrar um namorado novo ou gravar um CD.
Em contraste com estes números, está o investimento de renda da chamada terceira idade, que destina apenas 4% do dinheiro que recebem para o lazer. De acordo ainda com a pesquisa, um total de 34%, ou seja, a maioria da renda é gasta com moradia, água, luz, telefone e gás.
Os remédios vem em segundo lugar, à frente da alimentação, que aparecem com 24% e 22% dos investimentos, respectivamente.
De acordo com especialistas de mercado, para que o público mais velho entre de vez e com uma boa participação no mercado turístico, algumas mudanças devem ser feitas. Entre elas, planos diferenciados para a terceira idade, custos menores de passagem e impostos reduzidos.
Dados da pesquisa apontam ainda que grande parte dos entrevistados sente falta de produtos adequados ao seu estilo. Um dos exemplos está na indústria alimentícia. Entre os pesquisados, 71% diz que não encontra alimentos adequados.
O setor vestuário também está entre as reclamações dos entrevistados e 42% das pessoas dizem que não encontram roupas adequadas ao seu estilo de vida.
Ainda dentro do segmento turístico, mais de dois terços dos entrevistados criticaram os hotéis. Entre as reclamações, estavam a falta de banheiros adaptados para a segurança, tapetes no chão dificultando o tráfego, e a falta de elevadores.
A pesquisa concluiu que os entrevistados representam uma grande parcela da economia Brasileira. Além do alto consumo, os dados apontam que 64% da categoria compra pela qualidade e não pelo preço.

Os consumidores da terceira idade representam hoje 14% da população brasileira e são responsáveis por cerca de R$ 2,4 bilhões de renda própria. Mas o que eles buscam?

Uma pesquisa divulgada pela Quorum Brasil e realizada com homens e mulheres de 60 a 75 anos afirma que 58% dos entrevistados desejam viajar pelo país.

1

Entre os outros planos dos entrevistados, a pesquisa constatou que 33% desejam andar de moto, saltar de paraquedas, passear de balão, andar de lancha e pilotar de avião.

Os outros 9% tem planos de comprar um carro, uma casa na praia, uma casa no campo, encontrar um namorado novo ou gravar um CD.

Em contraste com estes números, está o investimento de renda da chamada terceira idade, que destina apenas 4% do dinheiro que recebem para o lazer. De acordo ainda com a pesquisa, um total de 34%, ou seja, a maioria da renda é gasta com moradia, água, luz, telefone e gás.

Os remédios vem em segundo lugar, à frente da alimentação, que aparecem com 24% e 22% dos investimentos, respectivamente.

De acordo com especialistas de mercado, para que o público mais velho entre de vez e com uma boa participação no mercado turístico, algumas mudanças devem ser feitas. Entre elas, planos diferenciados para a terceira idade, custos menores de passagem e impostos reduzidos.

Dados da pesquisa apontam ainda que grande parte dos entrevistados sente falta de produtos adequados ao seu estilo. Um dos exemplos está na indústria alimentícia. Entre os pesquisados, 71% diz que não encontra alimentos adequados.

2

O setor vestuário também está entre as reclamações dos entrevistados e 42% das pessoas dizem que não encontram roupas adequadas ao seu estilo de vida.

Ainda dentro do segmento turístico, mais de dois terços dos entrevistados criticaram os hotéis. Entre as reclamações, estavam a falta de banheiros adaptados para a segurança, tapetes no chão dificultando o tráfego, e a falta de elevadores.

A pesquisa concluiu que os entrevistados representam uma grande parcela da economia brasileira. Além do alto consumo, os dados apontam que 64% da categoria compra pela qualidade e não pelo preço.

Posts relacionados:

>>> 2Day na 7ª Conferência Marketing Imobiliário

>>> Mercado imobiliário tem novas expectativas com classe média

>>> Pesquisa aponta crescimento em casas com apenas um morador