O grande desafio do marketing: como dialogar com a classe C?

O grande desafio do marketing: como dialogar com a classe C?
Os consumidores das classes menos favorecidas aumentaram seu poder de compra nos últimos anos. Por consequência, os anunciantes, e logicamente, seus departamentos de marketing começaram a olhar para “os emergentes” com outros olhos.
De acordo com o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide.
Em artigo publicado pelo Administradores, o especialista cita o exemplo das redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas Cem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza que estão construindo posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade.
Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Já as Lojas Pernambucanas montou um hotsite do Luan Santana. Comprar é prazer e eu consumo para buscar a felicidade.
Outro exemplo citado por Hiller é a campanha da rede de supermercados DIA, que entende que a classe tem aspirações de ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”.
O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia.
Na campanha, em relação ao preço baixo, a socialite diz que não compra no Dia porque o que mais gosta é gastar; quando o assunto é a proximidade das unidades da rede, a justificativa de Val é a vontade de rodar com sua limusine e a negação aos produtos da marca se explica pela preferência aos produtos importados – quando, na verdade, ela toma chá do Dia comprado por seu assistente sem que ela saiba.
Uma boa jogada ou uma abordagem de mau gosto? Para Hiller o risco da rede se desconectar da classe C, o alvo que se deseja atingir, é grande.
O grande desafio, segundo Hiller, é como se conectar sem estereotipar. “Na minha visão, ninguém ainda conseguir dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácil”, define.

Os consumidores das classes menos favorecidas aumentaram seu poder de compra nos últimos anos. Por consequência, os anunciantes, e logicamente, seus departamentos de marketing começaram a olhar para “os emergentes” com outros olhos.

De acordo com o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide.

Em artigo publicado pelo Administradores, o especialista cita o exemplo das redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas Cem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza que estão construindo posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade.

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Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Comprar é prazer e eu consumo para buscar a felicidade. Já as Lojas Pernambucanas apelaram para um ídolo popular e montaram um hotsite do Luan Santana.

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Outro exemplo citado por Hiller é a campanha da rede de supermercados DIA, que entende que a classe tem aspirações de ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”.

O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia.

Na campanha, em relação ao preço baixo, a socialite diz que não compra no Dia porque o que mais gosta é gastar; quando o assunto é a proximidade das unidades da rede, a justificativa de Val é a vontade de rodar com sua limusine; já a negação aos produtos da marca se explica pela preferência aos produtos importados – quando, na verdade, Val toma chá do Dia comprado por seu assistente sem que ela saiba.

Uma boa jogada ou uma abordagem de mau gosto? Para Hiller o risco da rede se desconectar da classe C, o alvo que se deseja atingir, é grande.

O grande desafio, segundo o especialista, é como se conectar sem estereotipar. “Na minha visão, ninguém ainda conseguiu dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácil”, define.

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Os bairros mais caros do Brasil

Os bairros mais caros do Brasil
A localização do imóvel já é, de forma isolada, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. O item está à frente de outros como área útil, planta, número de vagas ou segurança.
A escolha por determinado bairro revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Conforme a população se aglomera nos centros urbanos, o bairro torna-se maior referência de identidade do que a própria cidade.
Um estudo realizado pela Lopes, e divulgada pela Revista Época, aponta quais são as áreas mais valorizadas e desejadas em várias metrópoles brasileiras.
O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011. Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.
O resultado do estudo detecta tendências que já moldavam o mercado de imóveis no Brasil nos últimos anos e continuarão presentes no futuro próximo – entre elas, a expansão da indústria de petróleo e o aumento no número de aposentados que valorizam cidades litorâneas como Santos, Vitória ou Rio.
A difusão de riqueza que estimula a construção em capitais menores, como Goiânia e Natal, também foi detectada. Outros bairros em destaque foram o Meireles, em Fortaleza, as Asas Norte e Sul, em Brasília, e o Campo Comprido, em Curitiba.

A localização do imóvel já é, de forma isolada, o fator mais importante para a decisão de compra do brasileiro. O item está à frente de outros como área útil, planta, número de vagas ou segurança.

A escolha por determinado bairro revela situação financeira, ambições, gostos, afinidades e até preconceitos. Conforme a população se aglomera nos centros urbanos, o bairro torna-se maior referência de identidade do que a própria cidade.

Um estudo realizado pela Lopes aponta quais são as áreas mais valorizadas e desejadas em várias metrópoles brasileiras.

O estudo avaliou 35 cidades, 15 delas com maior nível de detalhes. Sua base foram os apartamentos residenciais lançados em 2011.

Pelo valor do metro quadrado, Ipanema, no Rio, é o bairro mais caro do Brasil; pelo preço dos apartamentos, o título vai para a região em torno do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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Assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, o Ibirapuera é o núcleo de uma região muito apreciada e visitada pelos moradores da cidade. Consequentemente, é valorizada na hora de comprar e vender.

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O resultado do estudo detecta tendências que já moldavam o mercado de imóveis no Brasil nos últimos anos e continuarão presentes no futuro próximo – entre elas, a expansão da indústria de petróleo e o aumento no número de aposentados que valorizam cidades litorâneas como Santos, Vitória e Rio.

A difusão de riqueza que estimula a construção em capitais menores, como Goiânia e Natal, também foi detectada. Outros bairros em destaque foram o Meireles, em Fortaleza, as Asas Norte e Sul, em Brasília, e o Campo Comprido, em Curitiba.

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A ousada jogada de marketing da Cola-Cola e a experiência brasileira

Trocar a marca da embalagem:  a ousada jogada de marketing da Cola-Cola
Que tal trocar a marca da embalagem de seu produto por nomes diversos? Ou, que tal propor isso para uma marca com mais de 120 anos de história? Pois foi essa ideia que a Coca-Cola abraçou na Austrália.
Luke, Kylie, Jess, Adrian, Jake e tantos outros 145 nomes populares do país passaram a substituir a logo da empresa nos rótulos vermelhos em uma ação temporária.
O porquê desta ação? Bem, primeiro a marca estava com um problema: 50% dos adolescentes e jovens adultos na Austrália não tinham tomado a bebida durante um mês.
Por outro lado, a Coca-Cola queria “resgatar as conversas reais” e inseri-las novamente no cotidiano das pessoas, levando em conta ainda a importância de ações que reforçassem a presença digital. Para isso, as peças da campanha convidam o consumidor a compartilhar a bebida a partir do nome estampado na garrafa.
Confira aqui o vídeo da ação:
<iframe src=”http://player.vimeo.com/video/38134755″ width=”500″ height=”281″ frameborder=”0″ webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe>
Alguns dos resultados: 870% de aumento de tráfego no Facebook e aumento de 7% das vendas entre jovens adultos.
Resumindo, uma grande ideia, não?
Para o professional de marketing Paulo Lima, ideias como essa só são possíveis quando se entende de pessoas e se tem a sensibilidade necessária para saber o que irá fazer com que elas se sintam bem, importantes. Ele sustenta ir além do “vamos nos colocar no lugar dos consumidores” e partir para o “vamos nos colocar no lugar de pessoas”.
Aqui no Brasil, em 2007, o Banco do Brasil fez uma ação semelhante. Para se aproximar de seus correntistas e atrair novos clientes, o banco alterou a fachada de 300 agências, em dez estados.
Onde antes estava a inscrição “Banco do Brasil”, passou-se a ler “Banco da Maria”, “Banco do José”, “Banco do João”, etc. Os nome mais populares entre os brasileiros também estavam presentes na logomarca do banco.
Mas a iniciativa brasileira não foi tão bem sucedida quanto a da Coca-Cola na Austrália. A ação teveuma repercussão negativa entre os sindicalistas e pouco impacto entre os potenciais clientes.
Moral da história? Pesquisar o consumidor, saber qual é o perfil do seu cliente e as tendências de mercado, ainda são os principais norteadores de uma grande jogada de marketing.

Que tal trocar a marca da embalagem de seu produto por nomes diversos? Ou, que tal propor isso para uma marca com mais de 120 anos de história? Pois foi essa ideia que a Coca-Cola abraçou na Austrália.

Luke, Kylie, Jess, Adrian, Jake e tantos outros 145 nomes populares do país passaram a substituir a logo da empresa nos rótulos vermelhos em uma ação temporária.

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O porquê desta ação? Bem, primeiro a marca estava com um problema: 50% dos adolescentes e jovens adultos na Austrália não tinham tomado a bebida durante um determinado mês.

Por outro lado, a Coca-Cola queria “resgatar as conversas reais” e inseri-las novamente no cotidiano das pessoas, levando em conta ainda a importância de ações que reforçassem a presença digital. Para isso, as peças da campanha convidam o consumidor a compartilhar a bebida a partir do nome estampado na garrafa.

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Alguns dos resultados: 870% de aumento de tráfego no Facebook e aumento de 7% das vendas entre jovens adultos.

Resumindo, uma grande ideia, não?

Para alguns profissionais de marketing, ideias como essa só são possíveis quando se entende de pessoas e se tem a sensibilidade necessária para saber o que irá fazer com que elas se sintam bem, se sintam importantes.

Aqui no Brasil, em 2007, o Banco do Brasil fez uma ação semelhante. Para se aproximar de seus correntistas e atrair novos clientes, o banco alterou a fachada de 300 agências, em dez estados.

Onde antes estava a inscrição “Banco do Brasil”, passou-se a ler “Banco da Maria”, “Banco do José”, “Banco do João”, etc. Os nomes mais populares entre os brasileiros também estavam presentes na logomarca do banco.

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Mas a iniciativa brasileira não foi tão bem sucedida quanto a da Coca-Cola na Austrália. A ação teve uma repercussão negativa entre os sindicalistas e pouco impacto entre os potenciais clientes.

Moral da história? Pesquisar o consumidor, saber qual é o perfil do seu cliente e as tendências de mercado ainda são os principais norteadores de uma grande jogada de marketing.

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Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa

Boca a boca continua sendo a melhor forma de marketing, indica pesquisa
Embora a publicidade televisiva continue a ser uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões on-line como as mais confiáveis.
De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.
Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.
Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.
Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.
Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.
“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformas”, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.
Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastos em mídia tradicionais ou pago, como a televisão.
Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.
A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

Embora a publicidade televisiva continue sendo uma forma primária de marketing devido ao seu alcance inigualável em comparação a outros meios de comunicação, os consumidores ao redor do mundo ainda enxergam as recomendações de amigos e opiniões online como as mais confiáveis.

De acordo com uma recente pesquisa da Nielsen, 47% dos consumidores dizem confiar em anúncios pagos em revistas, televisão e jornal. O índice representa, respectivamente, uma queda de 24%, 20% e 25%, em relação a 2007.

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Enquanto isso, 92% dos consumidores dizem confiar no boca a boca – as famosas recomendações de amigos e familiares – acima de todas as outras formas de publicidade, um aumento de 18% comparado ao estudo anterior.

Já as opiniões dos consumidores on-line são a segunda forma mais confiável de marketing e teve um incremento de 15% em relação aos últimos quatro anos: 70% dos pesquisados disseram confiar no formato.

Outro aspecto da pesquisa mostra que 36% das pessoas consultadas confiam na publicidade em redes sociais ou em vídeos online. As duas são as principais tendências da publicidade na internet, recentemente introduzidas no Facebook e YouTube, por exemplo.

Já entre os banners, a confiança subiu 26% na comparação com os dados de 2007 e atingiu 33%. Sobre os anúncios em ferramentas de busca, a credibilidade é ainda maior – 40%, um índice 34% superior na mesma comparação.

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“O crescimento da confiança em buscas e banners nos últimos quatro anos deve aumentar a verba publicitária para essas plataformas”, explica o líder global de soluções de anúncios da Nielsen, Randall Beard.

Em que pese tais resultados, ainda assim a maioria das verbas publicitárias são gastas em mídias tradicionais ou pagas, como a televisão.

Segundo Beard, enquanto executivos de marcas procuram maneiras de desenhar estratégias mais efetivas, a pesquisa mostra que a proliferação de mensagens nas mídias pode impactar também a eficácia de como as marcas se relacionam com as audiências em diversas plataformas.

A pesquisa consultou voluntários pela internet – foram ouvidas 28 mil pessoas em 56 países.

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Bairro planejado de Chapecó conta com trabalho da 2Day

Bairro planejado de Chapecó conta com trabalho da 2Day
Um novo bairro planejado está tomando forma na cidade de Chapecó, em Santa Catarina.
O projeto é da Vaccaro Participações SA em parceria com a Sulszback Empreendimentos Imobiliários e conta com o trabalho de gestão de lançamento da 2Day Estudos de Mercado e Marketing e da Agência de Comunicação Incomum.
O empreendimento, composto por 500 lotes, tem lançamento previsto para junho e propõe opções de lazer diferenciado na região do bairro Efapi, novo eixo de crescimento e desenvolvimento da cidade.
O projeto foi apresentado em Chapecó, nesta quarta-feira, 11, em um evento que contou com a presença de donos e gestores das principais imobiliárias.

Um novo bairro planejado está tomando forma na cidade de Chapecó, em Santa Catarina.

O projeto é da Vaccaro Participações SA em parceria com a Sulszbach Empreendimentos Imobiliários e conta com o trabalho de gestão de lançamento da 2Day Estudos de Mercado e Marketing e da Agência de Comunicação Incomum.

O empreendimento, composto por 500 lotes, tem lançamento previsto para junho e propõe opções de lazer diferenciado na região do bairro Efapi, novo eixo de crescimento e desenvolvimento da cidade.

O projeto foi apresentado em Chapecó, nesta quarta-feira, 11, em um evento que contou com a presença de donos e gestores das principais imobiliárias.

Confira um pouco do encontro:

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Novo empreendimento Rotta Ely tem suporte em pesquisa da 2Day

Novo empreendimento Rotta Ely tem suporte em pesquisa da 2Day
A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de desenvolver um trabalho bem bacana para a Construtora e Incorporadora Rotta Ely.
Antes de lançar seu mais novo empreendimento no bairro Azenha, a Rotta Ely contou com o trabalho altamente qualificado da 2Day para pesquisar a essência e as verdades do bairro.
Realizado em conjunto com a agência Capital, o trabalho contou com a parceria do antropólogo Cristian Salaini e da Cool Hunter Fah Maioli.
A pesquisa foi responsável por descobertas interessantíssimas, desconhecidas inclusive pelos próprios moradores.
E o que mais chamou a atenção ao final da pesquisa, de acordo com os profissionais envolvidos, foi o espírito coletivo, social e afetivo que toma conta das ruas do bairro.
As cadeiras na calçada, as rodas de chimarrão, a amizade entre os vizinho, a união das famílias. É como se houvesse um pedacinho do interior dentro de Porto Alegre.
E para preparar o lançamento do novo empreendimento, a Rotta Ely está preparando a diversas ações. A primeira delas pode ser conferida aqui.
Acessa lá [www.domingoempoa.com.br] e comece a conhecer um pouco mais do clima Azenha.

A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de desenvolver um trabalho bem bacana para a Construtora e Incorporadora Rotta Ely.

Antes de lançar seu mais novo empreendimento no bairro Azenha, a Rotta Ely contou com o trabalho altamente qualificado da 2Day para pesquisar a essência e as verdades do bairro.

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Realizado em conjunto com a agência Capital, o trabalho contou com a parceria do antropólogo Cristian Salaini e da Cool Hunter Fah Maioli.

A pesquisa foi responsável por descobertas interessantíssimas, desconhecidas inclusive pelos próprios moradores.

E o que mais chamou a atenção ao final do trabalho, de acordo com os profissionais envolvidos, foi o espírito coletivo, social e afetivo que toma conta das ruas do bairro.

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As cadeiras na calçada, as rodas de chimarrão, a amizade entre os vizinho, a união das famílias. É como se houvesse um pedacinho do interior dentro de Porto Alegre.

E para preparar o lançamento do novo empreendimento, a Rotta Ely está preparando a diversas ações. A primeira delas pode ser conferida aqui.

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Acessa lá e comece a conhecer um pouco mais do clima Azenha.

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2Day cria Guia Econômico para o Grupo Sinos

A 2Day Estudos de Mercado e Marketing acaba de criar para o Grupo Sinos o Guia Econômico, produto que reúne informações e potencialidades de 60 municípios.

A publicação irá disponibilizar informações que traçam o desenvolvimento da região na última década a partir de pesquisa em órgãos públicos federais do Estado e em prefeituras dos municípios envolvidos.

Prévia Capa

Os dados foram coletados, selecionados, analisados e processados pela 2Day, e serão apresentados de duas formas: por municípios e pelos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) dos vales dos Sinos, do Caí e do Paranhana, da Encosta da Serra, Hortênsias e do Metropolitano do Delta do Jacuí.

O sócio da 2Day, Guilherme Reis Dutra, destaca que o Guia Econômico é uma ferramenta prática para conhecer o potencial de cada região e seu desenvolvimento nos últimos anos.

O diretor superintendente de Negócios do Grupo Sinos, Marcus Vinícius Klein, aponta o Guia Econômico como o principal referencial para empresas e instituições interessadas em investis na região. “É uma radiografia do perfil sócio-econômico de nossas cidades, o que proporciona segurança para quem deseja conhecer melhor o nosso mercado”.

O Guia Econômico foi pauta no Jornal NH, que trouxe mais detalhes sobre a publicação que será disponibilizada no dia 17 de maio.

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Ação de marketing: não esqueça do mascote

Os mascotes estão de volta, e com toda força. Se antes ficavam quase que totalmente restritos à televisão, os personagens agora parecem ganhar novo fôlego com a explosão das redes sociais.

Mas será que o uso de personagens (ou mascotes) por marcas pode ser um bom caminho? Uma reportagem da Advertising Age apontou o que sempre foi muito discutido em termos de marketing nas redes sociais.

Para Carol Phillips, presidente do grupo de consultoria Brand Amplitude, o bom dos mascotes é que eles “nunca se envolvem em problemas com a justiça, não pedem aumento de cachê e podem ser usados por um longo período de tempo”.

A Kraft Foods, por exemplo, recentemente criou uma personagem que vive quase inteiramente online: o Peanut Butter Doug. O personagem realiza proezas arriscadas e seus feitos sempre terminam da mesma maneira: com ele sendo esmagado e transformado em creme de amendoim. A ideia é aguçar o apetite do consumidor para a entrada da companhia no disputado mercado americano de creme de amendoim.

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Já para promover uma marca de cereal, a Kraft utiliza a personagem Mel, que luta contra a auto-estima e problemas de identidade. A marca aposta em comerciais e utiliza a fan page do Facebook para postar histórias mais desenvolvidas, como por exemplo um vídeo onde Mel se junta a um grupo de arte-terapia para trabalhar sua “crise existencial”.

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Quem também está apostando no poder dos mascotes é a Bayer, ao reavivar o bebê Alka-Seltezer . O personagem foi aposentado décadas atrás e agora está de volta de forma maciça em anúncios de TV. De acordo com a empresa, o retorno do personagem aumentou significativamente o envolvimento do consumidor com a marca.

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É que em muitos casos, segundo a pesquisa da Advertising Age, os consumidores preferem interagir on-line com um personagem bonito ou fofo do que com um executivo corporativo sem rosto, o que torna muito mais fácil estabelecer uma conversa com o consumidor.

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