Número de locações cresce na capital paulista

O número de novos contratos de locação de imóveis residenciais cresceu 29% na cidade de São Paulo no ano passado, na comparação com 2010. É o que aponta a mais recente pesquisa da Lello, empresa líder em administração imobiliária no estado de São Paulo.

O estudo mostra que os imóveis mais procurados foram apartamentos de dois dormitórios situados próximos a estações de metrô. O valor médio das locações foi de R$ 1,8 mil, crescimento de 11,3% no valor do aluguel.

Vila-Mariana1

Os bairros de Tatuapé e a Mooca tiveram procura de 16% dos novos contratos de locação em 2011. As áreas de Moema, Vila Mariana e Santana representaram 15% dos novos negócios. Perdizes e Pinheiros representaram 14% das novas locações, e a região dos Jardins, 10%.

Segundo a pesquisa da Lello Imóveis, o mercado de aluguéis deve manter este ritmo em 2012. A demanda por imóveis residenciais segue expressiva e o investimento na compra de imóveis para locação a terceiros é uma excelente oportunidade.

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Pesquisa aponta mercado de eventos em alta no Brasil

O fortalecimento de uma marca ou negócio a partir de eventos de lançamento ou ainda, de promoção de um produto estão se tornando pauta constante nos investimentos de empresas brasileiras.

De acordo com a pesquisa Impacto Econômico dos Eventos, encomendada pelo Instituto Alatur, o aumento neste tipo de serviço foi de 43% nas companhias brasileiras em 2011.

O marketing corporativo é um dos principais responsáveis pelo acréscimo deste número, o que traria resultados profissionais positivos a curto e médio prazo. Segundo o estudo, as empresas tendem a realizar eventos próprios, como convenções, lançamentos de produtos e patrocínio de shows.

São feitos, em média, 18 eventos pequenos (de dez a 50 pessoas) durante o ano, por empresa. Já as ações de médio porte (51 a 250 pessoas) sobem para 19 nas empresas e os grandes eventos (para mais de 250 pessoas) chegam a 12 anuais.

A maioria dos investimentos no mercado de eventos é para:

* 42% em Exposições, salões e estande em feiras;

* 40% em Confraternizações;

* 33% em Treinamentos/Workshops

A pesquisa revelou ainda, que, durante o ano passado, foram gastos, em média, R$ 2,4 milhões por empresa com eventos diversos.

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Mais da metade dos consumidores brasileiros procuram imóveis pelas redes sociais

A internet é realmente a divisora de águas para o setor comercial: pesquisa realizada pela Lopes aponta que 64% das pessoas que buscam imóveis utilizam as redes sociais para trocar e obter informações. A entrevista foi feita com 1.193 consumidores e mostrou uma relação direta de aumento entre o público mais jovem, maioria dos que fazem a busca web.

Confira as faixas etárias de quem utiliza as redes sociais para procurar imóveis:

– 31% dos usuários de internet entre 50 a 74 anos;
– 55% dos usuários de internet entre 35 a 49 anos;
– 72% dos usuários de internet entre 18 a 34 anos;

O estudo mostrou ainda que há uma relação inversamente proporcional entre o uso de redes sociais e os aspectos demográficos:

– 71% dos usuários de mídias sociais, são clientes com renda familiar mensal até R$ 6,9 mil;
– 27% dos usuários de mídiaas sociais, são clientes com renda familiar a partir de R$ 30 mil.

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Conheça as marcas bancárias mais valiosas do mundo

Saber onde está o nosso dinheiro também é sinônimo de valor agregado às marcas. Assim, a BrandFinance publicou um ranking com os 500 marcas bancárias mais valiosas do mundo. A excelente notícia é que a lista inclui cinco bancos brasileiros!



O HSBC, grande campeão mundial, está consolidado no topo da lista de 2012 com um total de US$ 27,59 bilhões. Os nacionais entre as 500 marcas bancárias mais valiosas são:

9º lugar: Bradesco – US$ 15,59 bilhões;

13º lugar: Itaú – US$ 13,17 bilhões;

26º lugar: Banco do Brasil – US$ 7,26 bilhões;

251º lugar: Banrisul – US$ 346 milhões;

333º lugar: Banco do Nordeste – US$ 219 milhões


Confira as dez marcas mais valiosas no mundo todo:

1. HSBC: US$ 27,59 bilhões

2. Wells Fargo: US$ 23,23 bilhões

3. Bank of America: US$ 22,9 bilhões

4. Santander: US$ 19,97 bilhões

5. Chase: US$ 18,96 bilhões

6. Citibank: US$ 18,64 bilhões

7. American Express: US$ 18,23 bilhões

8. BNP Paribas: US$ 16,8 bilhões

9. Bradesco: 15,69 bilhões

10. China Construction Bank: US$ 15,46 bilhões

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O boom imobiliário do Brasil e seus impactos

O bom momento do setor imobiliário no Brasil tem mobilizado especialistas para discutir de que forma a ascendência na venda e construção de imóveis está acontecendo e o que esperar para os próximos anos.

Ações de marketing, financiamentos facilitados, aumento de aquisições por parte de diferentes classes são alguns fatores. A revista Isto É Dinheiro fez uma entrevista com o professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas, Samy Dana e o professor de administração da ESPM, Paulo Roberto de Faria em busca de discutir a atual existência da bolha de imóveis no Brasil. O resultado você confere abaixo:

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Vídeo: Logomarcas na visão de uma criança

Olhar o mundo pela primeira vez é uma das peculiaridades de ser criança. O que dizer do olhar então para como o mercado se comporta e o que ele representa também de maneira inédita?

Essa foi a proposta de um pai americano. Designer, apresentou à sua filha de cinco anos diferentes logomarcas das principais marcas mundiais e a perguntou: “O que isso parece representar?

As respostas deram origem a este vídeo abaixo, cheio de sinceridades e também de lições para quem busca inovar com ações de marketing, publicidade e comunicação. Não existe pesquisa maior que a impressão de uma criança:

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Investimento em imóveis é prioridade da Classe C

O mercado imobiliário brasileiro está mudando: a classe C, representada por 95 milhões de pessoas – aumenta sua capacidade de consumo inclusive na aquisição de imóveis. O investimento, ao contrário do que se supõe, não se limita a residência própria, mas também na compra de diferentes imóveis na planta para ampliação da renda familiar a partir de aluguéis. Este aumento já representa 40% registrados ano passado e entre os fatores que desencadeiam este novo cenário estão:

– Estabilidade melhor no emprego;
– Oportunidade de mudanças na vida profissional;
– Disponibilidade nas linhas de crédito por parte dos bancos;
– Consumidor cada vez mais jovem – dos 20 aos 50 anos.



ilustracao

Para o investimento em imóveis, a classe C  busca comprar empreendimentos diretamente na planta, pagando de 20 a 30% para a construtora o valor total durante a obra, e após isso, a valorização do imóvel aumenta de 25 a 35% para a venda. Porém, para quem tem interesse em investir, é importante ficar atento a detalhes como as taxas bancárias, seguros e abertura de crédito.

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