Programa Estilo Próprio conversa com a 2Day Pesquisas

A 2Day fecha o ano em grande estilo. Literalmente. Explica-se:

Fomos um dos convidados da última edição do Programa Estilo Próprio, da TVCOM, apresentado por Fernanda Zaffari.

Eu, Patrícia Longhi, dividi a telinha com a trend hunter Fabiana Maioli, que inclusive já figurou aqui pelo blog, falando das últimas tendências de mercado.

O programa foi exibido na última segunda-feira, 20 de dezembro e você confere a entrevista, na íntegra, logo abaixo:

Classe C de novo: agora, ela é a que mais compra móveis

É, não tem como negar: a classe C é a “queridinha da vez“.

Depois de ser apontada como principal motivadora do impulso no mercado imobiliário e estar mudando o perfil de consumo no Brasil, a classe C – também chamada de “nova classe média” é a que mais compra móveis e itens domésticos no país.

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Segundo pesquisa do instituto DataPopular, a partir de informações do IBGE, publicado no site G1, de 2002 para 2010, os gastos com produtos como cama, sofá, armários, luminárias, tapetes e utensílios subiram de R$ 3,1 bilhões para R$ 17,9 bilhões. O valor ultrapassa o consumo das classes A e B, que subiu num ritmo menor, passando de R$ 5,9 bilhões para R$ 15,8 bilhões.

Em 2002, a classe C tinha 29,32% das compras de móveis e itens domésticos. Em 2010, o percentual subiu para 42,70%. Em contrapartida, o consumo das classes A e B caiu de 54,77% para 37,46%. Já as despesas das classes D e E cresceram de R$ 1,7 bilhões para R$ 8,3 bilhões, o que elevou a participação de 15,91% para 19,85%.

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A pesquisa mostra que houve crescimento de consumo para todas as classes sociais. Os gastos em 2010 são 3,93 vezes o valor registrado em 2002. Mas é a classe C que assume condição de destaque nos últimos 8 anos, ultrapassando as classes A e B na composição do total de gastos para a casa. Na classe C, o aumento foi de 5,69 vezes. Já nas classes A e B, de 2,67 vezes.

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Ainda, segundo a pesquisa, se engana quem pensa que a classe C troca qualidade por menor preço. Com o crédito, o consumidor não se importa em pagar um pouco mais se o produto durar mais que a duração das prestações.

Google Zeitgeist: o que o mundo procurou em 2010

Tradicionais já sempre no final de todos os anos, as listas dos melhores / piores / mais comentados do ano estão aparecendo em ritmo acelerado nessa reta final de 2010.

E, é claro, como não podia ficar de fora, o Google divulgou seu Zeitgeist, que mostra os termos mais procurados em 2010.

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As categorias são as mais diversas, que vão desde eventos globais a causa humanitárias, incluindo celebridades e outras esquisitices. A intenção é apresentar um retrato do ano através de bilhões de buscas realizadas.

O Brasil, pra variar, é uma vergonha alheia de interesses. Tem Larissa Riquelme, Big Brother, Restart, Luan Santana e um “assistir filmes on-line” entre os termos mais buscados do ano. Mas o Justin Bieber tá em todas.

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Um vídeo bem bacana foi feito, resumindo tudo isso. Confere aqui embaixo:

(via)

Pesquisa aponta crescimento do brasileiro na compra do segundo imóvel

O brasileiro mostrando sinais de que seu poder de compra aumenta mais a cada ano.

Mesmo com a crise financeira deflagrada em 2008 e a alta dos preços no mercado imobiliário, a participação do brasileiro na compra do segundo imóvel aumentou. Em contrapartida, a aquisição de unidades para primeira residência apresentou queda.

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A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, realizado pelo Ipea e publicada no jornal O Globo, mostra que, em relação ao segundo imóvel, que inclui terrenos, casas para veraneio e unidades para investimento, a pesquisa registrou participação de 2,41% em 2002/2003, e de 2,64%, em 2008/2009. Já o volume do primeiro imóvel adquirido caiu de 2,21% para 2,07%.

Vale ressaltar que o aumento da aquisição de segundo imóvel é reflexo, principalmente, da compra de terrenos, que passou de 0,32% no período de 2002/2003 para 1,21% em 2008/2009.

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O relatório mostra ainda que há mais gente comprando o segundo imóvel que, efetivamente, a casa própria. Entre os períodos 2002/2003 e 2008/2009, em média, 2,5% dos proprietários de domicílios compraram unidades para investimento ou veraneio, percentual maior do que os que compraram o primeiro imóvel, que foi de aproximadamente 2,1%.

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O Ipea também revelou que os gastos com aluguel pesam mais no orçamento das famílias do que as despesas com financiamento do imóvel. Pelo estudo, a despesa dos mutuários com financiamento consome 6,66% da sua renda. Já o gasto com aluguel compromete 12,14% da renda de quem tem esse custo no orçamento.

Pesquisa do canal de TV Nickelodeon traça perfil da criança latino americana

Olha o público jovem também aparecendo nas pesquisas para foco de público alvo.

O canal de TV a cabo (ou por satélite) Nickelodeon, encomendou uma pesquisa para traçar o perfil das crianças e adolescentes latino americanos. Os dados mostraram que há hábitos bem diferentes nos diversos países da América Latina.

De acordo com a pesquisa, as crianças brasileiras são as que menos se preocupam com o meio-ambiente. Apenas 56% têm esse tipo de atenção, enquanto no México, o índice é de 84%.

Agora, olha a mudança de hábitos de uns anos para cá. Em 2003, 75% das crianças do Brasil costumavam andar de bicicleta. Já em 2010, a porcentagem caiu para 45quase metade do índice de sete anos atrás.

Em contrapartida, agora há mais adolescentes jogando futebol no videogame (87%) que na vida real (50%).

A pesquisa foi publicada na última segunda, 06/12, no Jornal O Globo e os algumas informações no Blue Bus.

A febre dos sites de compras coletivas

Nos últimos meses, os sites de compra coletiva viraram modinha na web. São incontáveis os endereços que oferecem descontos de até 90% em produtos e serviços em várias cidades do Brasil e do mundo. De acordo com o Blog do Ecommerce, este serviço nasceu em 2008, nos EUA, através da pioneira GroupOn, presente em 26 países e com expectativa de faturamento anual estimado em US$500 milhões para 2010. Interessante, não?

A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos”, assim como nos saldões de queima de estoque que encontramos no mercado tradicional. O objetivo da compra coletiva é reunir o maior número de pessoas interessadas em um mesmo  produto/serviço e oferecer a elas descontos irresistíveis. Com isso, visando a necessidade, bem como, a possibilidade de segmentar o público, não há melhor ferramenta para difundir este negócio que a internet.

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Quem não gosta de ganhar descontos nos melhores restaurantes da cidade, reunir os amigos para um happy hour pagando apenas R$19,90 por 10 chopps ou fazer um tratamento estético para auxiliar no projeto verão 2011 com até 70% de desconto? Todo mundo adora descontos e o bolso no final do mês agradece. E, é exatamente assim que se sente grande parte do consumidor final. Seja de que classe for, se A, B, ou C, o desconto sempre atraiu e sempre irá atrair as pessoas, gerando conversa, prospectando a marca em outros meios e ainda proporcionando ao cliente a satisfação de estar adquirindo um produto por um valor inferior ao normal.

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Através de parcerias, estratégias de promoção são vantajosas para empresas, compradores e para o site. Esse “novo” modelo de negócios foi inspirado na experiência norte-americana.

Abaixo, você confere uma matéria especial, produzida pelo canal Globo News, que explica um pouco mais sobre a febre dessas compras coletivas. Vale a pena assistir:

(com base no artigo de Sabrina Almeida, do coletivo Mídia Boom)